FAQ - Epilepsia do Lobo Frontal
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Quem tem algum parente ou até mesmo amigo, ou conhecido , que tenha a Sindrome do Lobo frontal?


Olha, bem interessante. SLF, geralmente é secundária a um TCE (trauma crânio-encefálico). Curta o link, acho que ajudará.
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-282X2002000200027&script=sci_arttext&tlng=pt  (+ info)

estou com uma dor de cabeça no lobo frontal, nunca tive dor de cabeça e tá doendo demais o que será que pode c


será que é pq trabalhei demais hj? mas já dormir um pouco a tarde
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cara se tu nunca teve dor de cabeça, é melhor então procurar um médico. isso pode ser algum aviso!  (+ info)

o que quer dizer no resultado da tomografia :ID:Calcificação de aspecto residual no lobo frontal esquerdo?


quero saber o resultado desse exame
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Tomografia de Quê, se for dos Rins são cálculos renais.

@  (+ info)

angioma venoso no lobo frontal esquerdo?


Olá, o angioma venoso é um tipo de má formação congênita, ou seja, começou lá na formação do sistema nervoso na fase embrionária. Por incrível que pareça é bem comum. O tratamento vai depender de uma série de fatores: se esse angioma está causando algum tipo de sintoma, se está correlacionado com outras doenças, o estado clíico geral do paciente, ...Procure um neurocirurgião para que ele possa te esclarecer melhor. Se não tiver Plano de Saúde não esquenta! Os hospitais públicos possuem ótimos neurocirurgiões e devido a quantidade imensa de pacientes que eles atendem, às vezes têm até mais experiência que os particulares. Um abraço!  (+ info)

Qual a interpretação: Anomalia do desenvolvimento venoso nos lobos frontal direito?


Fiz uma ressonância cerebral e estou com o resultado, mas minha consulta será daqui a uma semana. Estou muito ansiosa e gostaria de saber algo a respeito.
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Eu sempre achei que resultados de Exames deveriam ser SEMPRE lacrados e apenas aberto pelo MÉDICO na frente de seus clientes.

Isto me faz lembrar uma pessoa que disse-me ter um tumor no ouvido, eu perguntei que exame ela havia feito para tal constatação e se eu poderia dar uma olhada.
Ela respondeu: Não fiz ainda o exame, aqui está apenas uma requisição, pois eu tenho problemas na cóclea (região do ouvido interno, responsável pelo equilíbrio).
Então ela me mostrou a requisição do exame:
Tomografia do ouvido interno.

Ela havia lido rápidamente e nervosa, leu TUMOR e não tomografia.

Portanto, seu examente tem a ver com vasos venosos. Estas alterações ou anomalias são muito comuns e dependem do nível e localização. Não conheço um só caso grave deste tipo de diagnóstico, mesmo porque algumas interpretações diferem e requerem exames complementares, se tomografia, ressonância magnética etc...
Sei que sua pergunta é um motivador para respostas no YR, mas fique tranquila, mesmo porque alguém ficar nervosa sem saber por que é mesmo... Desculpe, uma burrice! ehehhe
E ficar nervoso quando se tem um problema no corpo que a medicina hoje tem tanta tecnologia, também nada adiantaria além de atrapalhar.
É como sofrer antecipado por uma notícia que poderia ser boa.
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Gostaria de saber se a epilepsia é considerada uma deficiência?


Sou portadora de epilepsia e tenho curiosidade em saber se portadores da mesma podem ser considerados deficientes, e se a resposta for sim; por que?

Agradeço.
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Copiei alguns artigos na internet para você. É fundamental fazer uso contínuo de medicação a fim de controlar as crises e evitar a degeneração cerebral. Até onde sei, não são deficientes, mas não podem executar algumas tarefas, como dirigir, operar máquinas, em função das crises e das medicações de controle. É arriscado para si e para outros.

É possível viver muito bem com epilepsia, desde que tome as medicações regularmente. Meu filho tem e não tem crises há mais de 10 anos.
Epilepsia

O que é a epilepsia?
A epilepsia é uma doença física que causa alterações súbitas, breves e recorrentes na actividade eléctrica normal do cérebro, de modo que, durante um episódio de epilepsia, denominado crise epiléptica, as células do cérebro “disparam” de modo incontrolável a um ritmo que pode chegar a ser quatro vezes maior que o normal, levando, assim, a alterações do movimento, pensamentos, sensações e comportamento da pessoa.

As células que “disparam” este padrão anormal podem envolver todo o cérebro, originando uma crise generalizada primária ou, então, constituir apenas uma área circunscrita, isto é, um foco, atingindo apenas uma região limitada do cérebro, causando, neste caso, uma crise parcial.



Por que acontece a epilepsia?
Sabe-se que são diversas as condições que podem afectar o cérebro e desencadear epilepsia. Assim temos, por exemplo:

lesões cerebrais, quer ocorram antes ou depois do nascimento;

tumores cerebrais;

infecções (meningites e encefalites);

doenças genéticas;

anomalias estruturais dos vasos sanguíneos cerebrais;

intoxicação por chumbo.

No entanto, na maioria dos casos (cerca de 70%) a causa específica não é determinada.



Como se manifesta a epilepsia?
A doença pode apresentar-se de diferentes formas, consoante a extensão do cérebro que é atingida, e onde se localiza a área afectada:

1. Crise generalizada primária: envolve simultaneamente todo o cérebro

Crise tónico-clónica generalizada (“Grande Mal“)

Neste tipo de crise o paciente perde a consciência, cai e pára , temporariamente, de respirar, podendo, inclusivamente, perder o controlo dos esfíncteres anal e vesical. São os clássico "ataques" que já toda a gente viu uma vez ou outra, e que geralmente causa grande alarme entre os circunstantes. O nome desta forma advém do facto de numa primeira fase todos os músculos do corpo apresentarem uma contracção ininterrupta (fase tónica), logo seguida de uma série de contracções rítmicas curtas (fase clónica). O episódio dura, geralmente, mais de um minuto e é seguido de um período de relaxamento e sonolência e, por vezes, de uma dor de cabeça;

Pequeno Mal

Esta forma de epilepsia caracteriza-se por uma perda de consciência tão breve que o paciente nem chega a mudar de posição. Nestes poucos segundos o paciente pode apresentar um olhar fixo, um rápido pestanejar, movimentos de mastigação ou um movimento rítmico breve de uma extremidade;

2. Crise parcial (focal): envolve apenas um área do cérebro (foco)

Crise parcial simples

Neste caso o paciente mantém-se acordado e consciente, sendo que os sintomas são variáveis em função da área cerebral afectada. Assim, o paciente pode apresentar movimentos bruscos e súbitos (“sacudidelas”) de uma parte do corpo ou, experienciar odores estranhos ou uma distorção do ambiente que o rodeia, náuseas ou sintomas emocionais, como um medo ou ira inexplicáveis;

Crise parcial complexa

Neste caso o paciente não responde aos estímulos. Pode apresentar um olhar fixo, movimentos de mastigação ou actividade aleatória. Após a crise ele não recorda nada do episódio.

Coma epiléptico

Ocorre quando um paciente sofre uma série de crises generalizadas, umas após as outras, sem chegar a recuperar a consciência entre elas. É uma situação grave, que põe em risco a vida e que necessita de tratamento urgente.



Como se diagnostica a epilepsia?
O médico faz o diagnóstico desta situação baseado na história, no exame físico minucioso, no exame neurológico e no resultado de exames complementares, nomeadamente o electroencefalograma, a TAC (Tomografia Axial Computadorizada), ou a RM (Ressonância Magnética).

Uma vez que, geralmente, quando o médico vê o paciente este encontra-se bem e não tem memória do que lhe aconteceu, é fundamental que hajam relatos de testemunhas do ou dos episódios, que descrevam o que se passou.



Como se trata a epilepsia?
Na maioria dos casos o tratamento inicia-se por um dos muitos antiepilépticos disponíveis: carbamazepina, clonazepam, fenobarbital, fenitoína, ácido valpróico, valproato de sódio, gabapentina, etc; sendo que a escolha do composto a utilizar depende do tipo de epilepsia em causa.

Quando a medicação não consegue controlar as crises, considera-se o recurso à cirurgia, sendo que a decisão de optar por esta terapêutica depende de muitos factores: frequência e intensidade das crises, o risco de lesões cerebrais ou mesmo corporais decorrente das frequentes c  (+ info)

O que fazer quando uma pessoa que tem epilepsia não aceita que tem a doença e não aceita tratamento?


meu irmão tem epilepsia e não aceita, não quer ser tratado. O que tenho que fazer para conseguir convence-lo a se tratar?
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Muita conversa, muita paciência, muita persistência.
Procure se informar sobre o assunto, riscos, tratamentos, prognósticos, tipos de epilepsia, etc. e, com muita persistência, tente mostrar, aos poucos, a importância do tratamento para seu irmão.
É importante que ele seja respeitado e tratado com dignidade.
Nestas horas, muita paciência e persistência serão necessárias..

Boa sorte  (+ info)

Alguém que sofre de epilepsia pode colocar um piercing na língua?


Tenho um amigo que possui paralisia cerebral.
Ele fez tratamento durante toda sua vida, e agora, aos 18 anos de idade, gostaria de realizar o sonho de colocar um piercing em sua língua.
Com medo de ele sofrer um ataque epilético, gostaria de saber se alguém pode esclarecer essa nossa duvida.
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Ele pode colocar o piercing sem problema algum! Tome somente a precaução de medica-lo contra ataques epileticos no dia da colocação do piercing. Uma vez colocado de nada influenciara! Muito se fala que quando a pessoa tem um ataque epiletico ela enrola a lingua e tal! Com ou sem piercing este fato pode acontecer, entao precavenha-se colocando um pequeno e tome o cuidade de olhar frequentemente seele esta bem preso para nã haver risco de broncoaspiração em caso dele se desprender em um ataque epiletico! Ba sorte e realize seus desejos!  (+ info)

Gostaria de saber se uma pessoa que se curou de epilepsia pode voltar a ter essa doença?


Em caso positivo, quais os sintomas? Dor de cabeça constante pode ser um sintoma do retorno da doença?
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ao contrario que os médicos dizem essa doença tem cura sim, JESUS ele é o que cura, prova disso é a minha irmã ela tinha epilepsia hoje não tem mais, e ela não fez nenhuma operação. enquanto a sua pergunta eu não sei pois até hoje minha irmã não teve mais nenhum ataque  (+ info)

Conhecem estatística dos estados Brasileiros que já realizaram tratamento de Epilepsia?


Preciso de informações especificas sobre os Estados brasileiros que realizam "Exploração diagnostica e cirurgia de epilepsia".
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Olá!
Gostaria muito de te ajudar, mas a pergunta lembra um trabalho escolar.
Todos os Estados do Brasil realizam tratamento para epilepcia.
Quanto a exploração diagnóstica, certamente a Região Sudeste é grande referência neste assunto.
Consulte os centros de referência em Neurocirurgia.
Um abraço!  (+ info)

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