FAQ - Esclerose
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um individuo q tem esclerose multipla tem reais condições de ser um atleta profissional em ciclismo?


se eh possivel um portador de tal infermidade competir a nivel estadual e nacional no mesmo nivel de quem não tem tal enfermidade??
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Olá aigos e amigas. Gostaria que me dissessem se ha alguma hipotese de cura para a ESCLEROSE LATERAL AMIOTROFI?


existe controle e redução de sintomas. boa sorte.  (+ info)

Gostaria de saber tudo sobre esclerose sistemica, como descobrir se tem a doença ?


quais os orgãos que ela afeta, qual o melhor tipo de tratamento?
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Descobre-se através de BIOPSIA.

A esclerose sistêmica (ES) é uma doença autoimune crônica marcada por lesões primárias na pele e a fibrose progressiva do tecido. Mais que aprofundamento da pele, esse engrossamento e endurecimento dos tecidos conectivos afeta os capilares sangüíneos, o trato gastrointestinal, os pulmões e o coração.Em pacientes com ES, a fibrose freqüentemente leva à disfunção do órgão, doenças sérias e morte. Os pesquisadores ainda têm de determinar a causa fundamental dessa doença debilitante ou descobrir um remédio anti-fibrótico efetivo.



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Meu marido tem Parkinson e agora estar com Esclerose Lateral Amiotrofica.?


Vcs conhecem algum tratamento?
Abraços
Pululuca
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Entra em www.todosporela.org.br é uma comunidade criada pelo Instituto Paulo Gontijo que trabalha no incentivo as pesquisas em Esclerose Lateral Amiotrófica.

O site tem uma lista de profissionais de saúde que atendem e dicas para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.  (+ info)

meu filho tem 3 anos e tem miastenia ele pode desencadear uma esclerose multiplas?


A Miastenia gravis é uma doença auto-imune caracterizada pela presença de anticorpos (proteínas de defesa) do próprio organismo atacando os receptores de acetilcolina na junção neuromuscular (contato entre o nervo e o músculo). A acetilcolina é um neurotransmissor (substância química que é liberada pelos impulsos nervosos) importante na passagem do estímulo nervoso ao músculo e provocar as contrações musculares, responsáveis pelo movimento.
A doença, que afeta as vias de resposta nervosa dos músculos, leva à progressiva fraqueza muscular (fadiga miastênica). Os músculos, que podem parecer normais no início, tornam-se fracos com o uso continuado. Isto é por que a pessoa com miastenia gravis sentirá mais forte quando acorda ou está descansada, e mais fraca no final do dia quando os músculos foram usados. Na realidade, este cansaço crescente é uma característica marcante da doença.
A miastenia gravis é uma doença crônica que normalmente progride lentamente com o passar do tempo. Embora os sintomas possam flutuar em severidade durante anos, a doença raramente desaparece por si só. Recidivas ocorrem até mesmo depois de períodos de provável remissão.
Os tratamentos atuais podem permitir à maioria das pessoas com miastenia gravis viver normalmente ou próximo do normal. Outras desordens auto-imunes, como o Lúpus Eritematoso Sistêmico e a Artrite Reumatóide podem estar associadas com a miastenia gravis, e podem desenvolver-se antes ou depois da doença ser diagnosticada.
Mieloma Multipla é uma doença do Sistema Nervoso Central, lentamente progressiva, que se caracteriza por placas disseminadas de desmielinização (perda da substância - mielina - que envolve os nervos) no crânio e medula espinhal , dando lugar a sintomas e sinais neurológicos sumamente variados e múltiplos, às vezes com remissões, outras com exacerbações, tornando o diagnóstico, o prognóstico e a eficiência dos medicamentos discutíveis.

Conclusão: Esclerose e miastenia são doenças de origem e curso diferentes, não havendo nenhuma ligação entre elas.
espero ter ajudado..  (+ info)

Alguem conhece uma pessoa que seja Portador de Esclerose Múltipla? Por favor me avise ,pois quero ter contato.?


Sou Portador de Esclerose Múltipla. Quero ter contato com outras pessoas com o mesmo problema.
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Olá! Eu tenho um colega, entre em contato comigo que passarei o e-mail dele, o meu é[email protected]  (+ info)

Qual o tratamento fisioterapeutico da esclerose multipla?


INTRODUÇÃO





Esclerose múltipla (EM) ou esclerose em placas é uma doença desmielinizante que atinge principalmente adultos jovens entre os 20 e 40 anos de idade, sendo as mulheres mais acometidas que os homens. Afeta o sistema nervoso central, mais precisamente a substância branca, podendo ocorrer múltiplas lesões espalhadas ou envolver grandes áreas do encéfalo e/ou da medula espinhal. As lesões ocorrem devido à perda da bainha de mielina, comprometendo assim, a condução nervosa.





O quadro clínico dessa doença é bastante variável de um paciente para outro, e estabelecido de acordo com a região de acometimento e a seqüência temporal das lesões desmielinizantes. As principais alterações que ocorrem no portador de EM são: sensitivas, motoras, visuais, vesicais e emocionais. Além disso, a esclerose múltipla leva a uma redução na capacidade física e na resistência cardiorespiratória, devido a fraqueza do músculos respiratórios. As alterações apresentadas provocam importantes incapacidades que afetarão a qualidade de vida de seus portadores.





Acredita-se que a etiologia seja devido a uma combinação de fatores ambientais, genéticos e auto-imunes. A esclerose múltipla não tem cura e é caracterizada, na maioria dos casos, por exacerbações e remissões, mas também, pode ter curso progressivo, ou iniciar-se com exacerbações e remissões tornando-se progressivo.





A presente pesquisa é bibliográfica do tipo exploratória, onde busca-se um maior aprofundamento a cerca do tema escolhido. Tem como método de abordagem o dedutivo, partindo de uma doença ampla e direcionando-se para a cinesioterapia respiratória na mesma. A documentação indireta foi utilizada como técnica de pesquisa.





A proposta para esta pesquisa tem como objetivo esclarecer, a partir de uma revisão da literatura, os benefícios proporcionados pela cinesioterapia respiratória aos pacientes com EM, buscando uma melhora da capacidade funcional e qualidade de vida para os mesmos.





Alterações do Sistema Respiratório na Esclerose Múltipla





A perda de mielina no tronco encefálico pode comprometer os núcleos dos nervos cranianos, as conexões internucleares e os tractos longos autônomos, motores e sensitivos (NEUROPSICONEWS, 2003). Por exemplo, se o nervo vago (X par craniano) for atingido, o paciente pode apresentar alterações na base da língua, uma redução na peristalse faringeal e na força da laringe. A lesão do nervo glossofaríngeo (XI par craniano) causa um atraso no disparo da deglutição da faringe. O comprometimento do nervo hipoglosso (XII par craniano) pode gerar, no paciente, uma certa dificuldade tanto no ato da mastigação, quanto no controle do bolo alimentar e ainda uma redução na velocidade do trânsito oral (CHIAPPETTA; ODA, 2003).





O comprometimento dos nervos cranianos também pode ocasionar a disfagia, apresentando-se por dificuldades na deglutição, e conseqüentemente na alimentação, ocorrendo engasgos e pneumonias por aspiração, devido à falta de coordenação da musculatura da língua e da boca (O’SULLIVAN, 2004).





O autor supracitado relata que a progressão da EM leva a uma redução na capacidade física e na resistência cardiorrespiratória, que por sua vez ajudam na diminuição da capacidade física, da capacidade vital, força dos músculos, elevação da freqüência cardíaca em repouso e ao exercício, fadiga, ansiedade e depressão. Essas alterações podem ocorrer em cerca de 50% dos portadores de EM.





A redução do controle voluntário da respiração varia com o grau de envolvimento da doença. Geralmente os tractos corticobulbar e corticoespinhal são afetados nesses casos, podendo ocasionar pneumonia aspirativa devido à tosse ineficaz e fraqueza muscular, levando à redução dos volumes e capacidades pulmonares, insuficiência respiratória e conseqüentemente à morte, apresentando assim, características de uma doença neuromuscular restritiva. Esta fraqueza muscular pode estar associada com um quadro de quadriplegia e com paresia do neurônio motor superior das duas metades do músculo diafragma, o que pode levar o paciente a apresentar hipóxia durante o sono (SLUTZKY, 1997).





Cinesioterapia Respiratória





Uma abordagem multiprofissional para pacientes com EM é essencial, pois cada profissional com seus conhecimentos específicos deve desenvolver um atendimento integrado e contínuo, contribuindo assim, para a melhora na qualidade de vida do paciente (DESOUZA; BATES; MORAN, 2000).





A fisioterapia não atua diretamente sobre o processo patológico, e sim no nível das limitações e incapacidades aumentando a independência e conseqüentemente a capacidade respiratória (CHAVES, 2003).





De acordo com DeSouza (1990 apud DESOUZA; BATES; MORAN, 2000, p. 156) “o sucesso do tratamento não deve ser determinado pelo fato de o paciente com EM melhorar ou não, e sim, se ele atinge o melhor nível de atividade, relevante para seu modo de vida, em c  (+ info)

olá tenho um cunhado q tem osteofitaria e esclerose (popularmente chamado de bico de papagaio)?


bom gostaria de saber + informações sobre esse caso,como se há algum tratamento onde eu procuro ajuda,pois ate agora ñ conseguir encontrar nada relacionado ao assunto,gostaria de saber tbm se alguem conhece algun site q eu posso ter essa informações..
deste ja agradeço um forte abraço a tdos t+
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Olá...

Vou deixar algusn sites bons pra vc:

www.saudevidaonline.com.br

http://www.portaldacoluna.com.br/conteudo.asp?IdMenu=3&IdSubMenu=3

www.wgate.com.br

pt.wikipedia.org/wiki/Bico-de-papagaio  (+ info)

quando uma criança tem esclerose múltipla,qual é o procedimento?


pois tem uma criança que tem essa doença!!!e gostaria de saber,se quando é em criança é + perigosa do q em adultos!
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Entre nesse site que é da (Assossiação Brasileira de esclerose multipla)

http://www.abem.org.br/

Aqui vc terá todas as informações sobre esse caso!!

Aqui está a resposta que vc está querendo...

A seguir estão 10 passos elaborados pela Sociedade Nacional de Esclerose Múltipla dos EUA (National Multiple Sclerosis Society) para ajudar as pessoas a lidar mais facilmente com a notícia:

1. Eduque-se sobre a doença. Você deve saber o máximo possível sobre a doença. Contacte as organizações de saúde específicas sobre a sua doença, tal como a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM), para informações detalhadas. A internet, livrarias e bibliotecas são também grandes recursos.

2. Escolha um médico adequado às suas necessidades. Antes da sua primeira consulta, elabore uma lista de perguntas para fazer ao médico. Algumas perguntas básicas que são freqüentemente negligenciadas:

O médico aceita meu seguro de saúde?
O que eu devo levar para minha primeira consulta? (Por exemplo, uma lista de seus medicamentos, exames de laboratório recentes, ressonâncias magnéticas, etc.)
Quantas pessoas com a minha condição de saúde o médico atende em um ano, aproximadamente?
Se o médico escolhido não estiver disponível, quem me atenderá?
3. Compare tratamentos e tome uma decisão junto com seu médico. Começar uma medicação logo após o diagnóstico é muitas vezes a melhor forma de combater muitas doenças. No exemplo da esclerose múltipla, o tratamento pode freqüentemente retardar seus efeitos.

4. Entre em contato com outros pacientes para construir uma rede de apoio. Você não está sozinho. Interagir com outras pessoas que são afetadas pela mesma doença pode te ajudar a escolher o médico certo, um fator importante ao lidar com uma doença crônica. Participe de grupos de auto-ajuda (pessoalmente ou online) e envolva-se com os programas e eventos das organizações de saúde locais.

5. Pense sobre como e quando você contará à sua família, amigos e colegas sobre a doença. Muitas doenças afetam não somente a pessoa atingida, mas também a todos que se importam com ela. Ter pelo menos um membro da família ou amigo que sabe pelo que você está passando pode aliviar o fardo e ajudar na decisão de quando e quanto contar aos outros. É também importante lembrar que o mundo inteiro não necessita saber sobre seu diagnóstico. A divulgação pode às vezes resultar em preconceito, ignorância e até mesmo rejeção.

6. Cuide para ter uma vida saudável. Para uma pessoa que convive com uma doença, o caminha para o bem-estar involve mais do que tratamento médico. Exercícios, boa nutrição e cuidados preventivos são elementos vitais para manter uma vida satisfatória (isso vale também para o público em geral).

7. Fazer escolhas sábias na carreira. Conhecer as políticas da sua empresa e seus direitos trabalhistas pode ajudar a maximizar suas opções antes que possíveis problemas apareçam.

8. Planeje seu futuro financeiro. Muitas doenças impõem incertezas acerca do futuro, portanto não espere para elaborar seus planos financeiros, avaliar a cobertura do plano de saúde e outras questões práticas.

9. Faça-se ouvir! Juntar-se a grupos de luta em prol dos direitos dos pacientes é uma etapa importante. Participando de programas de apoio específicos (informar-se a esse respeito junto à ABEM), você pode saber mais sobre questões importantes para você e sua vida. Tornar-se um ativista é a melhor maneira de assegurar-se de que as necessidades daqueles com doenças crônicas sejam consideradas quando o governo e o setor privado tomam decisões importantes.

10. Participe dos movimentos e eventos de esclarecimento promovidos por organizações sem fins lucrativos e ajude a divulgar a doença.


Abraços  (+ info)

meu pai tem esclerose interapolisaria e escoliose levo convexa gostaria de saber oq é isso?


meu pai tem escoliose levo convexa,esclerose interapolisaria no nivel l5/s1,mega apofise transversal bilateral em l5,reduçao do espaço discal L4/L5 e L5/S1 gostaria de saber 1 pouco sobre essas doenças
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ESCLEROSE
Na medicina, refere-se ao aumento patológico de um tecido conjuntivo como consequência de uma inflamação crónica ou por motivos desconhecidos.


ESCOLIOSE
É um desvio da coluna vertebral para a esquerda ou direita, resultando em um formato de "S". É um desvio da coluna no plano frontal acompanhado de uma rotação e de uma gibosidade (corresponde a uma latero-flexão vertebral).
A escoliose é uma deformidade vertebral de diversas origens. As escolioses de um, ou outro grupo etiológico, podem ter prognósticos muito diferentes, pela distinta progressividade e gravidade de suas curvas.  (+ info)

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