FAQ - Nistagmo Patológico
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O que é o nistagmo? Quais as causas?


Olá,

Bom não sou médico, mas sou acadêmico do curso de optometria pela Fundacion Universitario del area andia - Colombia, Especialista em proteses oculares, Ortóptica e refração ocular.


O termo nistagmo é usado para descrever os movimentos oculares oscilatórios, rítmicos e repetitivos dos olhos. É um tipo de movimento involuntário dos globos oculares, geralmente de um lado para o outro e que dificulta muito o processo de focagem de imagens. Os movimentos podem ocorrer de cima para baixo ou até mesmo em movimentos circulares e podem surgir isolados ou associados a outras doenças.
Os nistagmos variam de caso a caso e podem ser classificados de acordo com a manifestação clínica. Os principais tipos são: fisiológico, congênito, spasmus nutans, nistagmo do olhar, nistagmo vestibular, nistagmo por distúrbio neurológico, nistagmo voluntário e nistagmo histérico. Em geral, provocam incapacidade de manter fixação estável e significativa ineficiência visual, especialmente para visão à distância. Estima-se que os nistagmos afetam 1 a cada 1000 nascidos vivos .
As oscilações do nistagmo um ou ambos os olhos, em uma ou todas as posições . O nistagmo congênito raramente surge logo ao nascimento e é mais freqüente entre 8 e 12 semanas de vida. Se não for detectado nos primeiros meses de vida, deve ser um nistagmo adquirido.

O nistagmo pediátrico difere muito do nistagmo iniciado na fase adulta. Na infância, o nistagmo pode ter causas relacionadas a um defeito do olho ou na relação de comunicação entre o olho e o cérebro. É ainda associado a catarata, glaucoma, desordens de retina, albinismo e em pacientes com síndrome de Down. Alguns tipos de nistagmo podem ser hereditários; outros de causa desconhecida.
O nistagmo adquirido, que se desenvolve ao longo da vida, pode ser o sintoma de esclerose múltipla ou associado à lesão neurológica aguda nas vias motoras oculares localizadas no tronco cerebral ou cerebelo, labirintites, maculopatias entre outras doenças.  (+ info)

Refluxo gastroesofágico patológico,alguem pode me ajudar...?


Olá minha bebe tem 6 meses e depois que fez o exame SEED,Seriografia esôfago endoscópico digestivo,foi contatado que ela tem esse tipo de refluxo,que é causado por uma falha no mecanismo céfaloucadal ,e é necessário cirurgia,conhecem alguém já passou por essa cirurgia,como foi,preciso saber o que poderá acontecer com minha bebe,que seja feito o melhor pra ela o que não pode mais acontecer é minha bebe continuar regurgitando do jeito que ela esta..desde já muito obrigada...
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Eu só sei sobre o caso de uma colega, a filha dela também necessitou de cirurgia. Lembro que ela contou que passou uma semana internada. O pós exigiu cuidados e, ela passou bastante trabalho, pois não podia sair do lado da filhinha. No entanto, depois do sufoco, a menina ficou perfeita, sem problema algum.
Olha só, eu participei de um simpósio materno infantil, há algum tempo e, lembrei que assisti uma palestra excelente sobre este problema, com um especialista de são paulo, que além de ser fera, trabalha com uma equipe multi-disciplinar para tratar o RGE. O nme dele é Dr. Tadeu Fernando Fernandes. Infelizmente, não sei dar maiores informações sobre ele, nem sei onde você mora. Mas, se por um acaso, houver alguma possibilidade, tente descobrir mais alguma pista sobre este médico e, leve sua filha até ele. acredito que valeria muito a pena.
Verei se descubro mais alguma coisa e, te informo. Vou te adicionar como amiga, para retornar qualquer novidade, ok?
Muito boa sorte!  (+ info)

Qual a finalidade e a indicação patologica do exame de sialografia?


Amiga, o exame sialográfico é utilizado para examinar o sistema de ductos das glândulas salivares maiores com o objetivo de delinear modificações obstrutivas, inflamatórias, traumáticas e neoplásicas. A sialografia está indicada como auxiliar na detecção de áreas radiopacas e/ou radiolúcidas exigindo o uso de cateterização do ducto para injeção de contraste e posterior exposição à radiação . A sialografia convencional promove uma imagem com grande qualidade em resolução espacial. Este é o exame indicado para exploração detalhada da anatomia dos ductos salivares na busca de anormalidades. Espero ter ajudado.  (+ info)

o que é ausencia de calcificação intracraniana patológica?


é que eu sinto umas pontadas na cabeça fiz exames,e deu isso ai,fiquei sabendo q o osso da cabeça é fraco e fino como uma casca de ovo,mas gostaria de saber mais sobre isso,se puderem me ajudar agradeço dede já.
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Vc já fez esta pergunta.

Ausencia de calcificação intracraniana patológica = ausência desta anormalidade.

Os ossos do crânio são extermamente resistentes. Se fosse igual a um ovo o boxe seria um esporte bem perigoso, não acha?  (+ info)

Biópsia anátomo-patológico e de margem?


Ola. Retirei uma pinta no pé e a medica mandou fazer biópsia anátomo-patológico e de margem. Fiquei procupada com isso.Este pedido é de praxe ?
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É sim, amiga. Tudo o que é retirado do corpo através de cirurgia deve ser enviado para exame anatomo-patológico. Boa sorte.  (+ info)

Qual é o conceito de doença patológica?E qual é a diferença entre uma doença patológica e uma doença "normal"?


Please, preciso apresentar um trabalho amanhã e não consigo achar o conceito de doença patológica! Preciso da diferença entre doenças patológicas e "normais"!
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Coisa doida! É curso de quê, esse seu?
Não existe doença "normal". Doença não é normal - se fosse, não seria doença. E "doença patológica" é pleonasmo.  (+ info)

O que é caso Patológico?


Caso doentio.

http://www.updatefreud.blogspot.com/  (+ info)

gostaria de saber o laudo de exame cito patológico do colo do útero dá para ver lá dentro no útero e no ovario?


gostaria de saber o laudo de exame cito patológico do colo do útero dá para ver lá dentro no útero e no ovário também? espero sua resposta?
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Secção 22: Problemas de saúde da mulher
Capítulo 231: Aparelho reprodutor feminino
Temas: Órgãos genitais externos - Órgãos genitais internos - Exame ginecológico




Exame ginecológico

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Em primeiro lugar, a mulher deverá escolher um médico com quem possa falar abertamente sobre certos temas delicados, como o sexo, o controlo de natalidade e a gravidez. O ginecologista deve estar preparado para abordar problemas familiares, como o abuso físico e emocional e o consumo de drogas. Toda a informação que recolha terá carácter confidencial. Em certos países existem leis que exigem o consentimento dos pais para tratar os menores (em geral com menos de 18 anos). Durante uma consulta de ginecologia, o médico (ginecologista, internista, pediatra ou médico de família), a enfermeira ou a parteira devem estar preparados para responder a perguntas sobre as funções sexuais e reprodutivas, incluindo as que se referem à actividade sexual com garantias de segurança.

História clínica ginecológica

A avaliação ginecológica começa com uma série de perguntas (história clínica ginecológica) que, em geral, se centram no motivo da consulta. Uma história clínica ginecológica completa inclui perguntas acerca da idade de início da menstruação (menarca), a sua frequência, regularidade, duração e quantidade de fluxo, bem como as datas dos últimos períodos menstruais. Também costumam ser feitas perguntas acerca de uma hemorragia anormal, excessiva ou escassa, ou períodos de menstruação anormal. Também é possível indagar sobre a actividade sexual, para determinar a presença de infecções ginecológicas, lesões e a possibilidade de uma gravidez. Pergunta-se à paciente se usa ou deseja usar métodos para o controlo de natalidade e se lhe interessa ser aconselhada ou informada. Regista-se o número de gravidezes, as datas em que aconteceram, o resultado e as complicações que surgiram. O médico pergunta à consulente se tem dores durante a menstruação, durante o coito ou noutras circunstâncias, com que intensidade surgem e como consegue acalmá-las. Também incide nas questões relacionadas com os problemas das mamas (dor espontânea, massas, dor ao toque, vermelhidão e secreção pelos mamilos). Por último, averigua se faz o auto-exame às mamas, com que frequência e se precisa de instruções para conhecer a sua técnica.

Recolha de células cervicais para um Pap




A partir da recapitulação do historial das doenças ginecológicas, obtém-se uma história médica e cirúrgica completa que inclui problemas de saúde que não são estritamente ginecológicos. É necessário conhecer todos os fármacos que a mulher consome, incluindo medicamentos receitados ou de venda livre, bem como drogas, tabaco e álcool, pois muitos deles afectam a função ginecológica e a saúde em geral. As perguntas relacionadas com o abuso mental, físico ou sexual, no presente ou no passado, são de extrema importância.

Algumas perguntas centram-se em aspectos relacionados com a urina, para descobrir se a mulher apresenta alguma infecção ou se sofre de incontinência, ou seja, perda involuntária de urina.

Exame ginecológico

Algumas mulheres sentem-se incomodadas perante um exame ginecológico. Tal circunstância deve ser previamente comunicada ao médico para que este possa despender mais tempo e certificar-se de que responde a todas as perguntas.

Normalmente, pede-se à mulher que urine antes do exame físico e que recolha uma amostra para a sua avaliação no laboratório. O exame mamário pode ser feito antes ou depois do exame pélvico. (Ver secção 22, capítulo 238) Com a mulher sentada, o médico examina as mamas para descobrir irregularidades, retracções ou aderências da pele, massas e secreção de qualquer tipo. Em seguida, ainda sentada ou deitada, com a mão na cintura ou sobre a cabeça, o médico palpa cada mama com a mão aberta e examina cada axila em busca de gânglios linfáticos aumentados de tamanho. O médico também explora o pescoço e a glândula tiróide em busca de saliências e de anomalias.

O médico palpa suavemente toda a zona entre as costelas e a pélvis (o abdómen) em busca de saliências ou de anomalias no tamanho dos órgãos, em especial o fígado e o baço. Apesar de a mulher poder sentir certo mal-estar quando o médico faz uma palpação profunda, o exame não deverá provocar dor. O facto de bater com os dedos (percussão), enquanto se ouve a diferença entre as áreas que soam a oco e as que emitem um som mais apagado, ajuda a avaliar o tamanho do fígado e do baço. Para poder identificar anomalias que não estão ao alcance da palpação, ouve-se com um fonendoscópio a actividade do intestino e os ruídos anormais que o sangue possa fazer ao circular pelos vasos sanguíneos estreitos.

Durante o exame pélvico, a mulher deita-se de barriga para cima, com as ancas e os joelhos flectidos e as nádegas colocadas na ponta da marquesa. A maioria das marquesas têm estribos para os calcanhares ou para os joelhos, que ajudam a manter essa posição. Se a paciente desejar, pode observar o exame enquanto está a decorrer, mediante a colocação de espelhos. Também se pode proporcionar-lhe todo o tipo de explicações e de diagramas. Para facilitar este diálogo, é recomendável comunicar ao médico, antecipadamente, o desejo de ter essa informação. Em seguida faz-se uma inspecção visual da zona dos órgãos genitais externos e presta-se atenção à distribuição do pêlo e qualquer outra anomalia, alterações da coloração, fluxo ou inflamação. Este exame pode confirmar que tudo está bem ou indicar, pelo contrário, perturbações hormonais, cancro, infecções, lesões ou abusos físicos.

Utilizando luvas, o médico abre os lábios para examinar o orifício da vagina. Com um espéculo (um instrumento metálico ou de plástico que separa as paredes da vagina), à temperatura adequada e lubrificado com água, são examinadas as áreas mais profundas da vagina e do colo uterino. Este último é explorado com cuidado para detectar sinais de irritação ou de cancro. Para fazer um teste de Papanicolaou (Pap), raspam-se células da superfície do cérvix uterino com um pequeno utensílio de madeira, muito semelhante a uma espátula, com o fim de obter células. Em seguida, pode ser utilizado uma pequena escova para recolher uma amostra de células do colo uterino. A paciente sente qualquer coisa, mas estes procedimentos não provocam dor. As células extraídas com a escova ou com a espátula de madeira são colocadas sobre uma lâmina que é borrifada com uma substância fixadora e enviada para o laboratório, onde é examinada ao microscópio em busca de sinais de cancro cervical. (Ver secção 22, capítulo 239) O Pap, o melhor método para detectar o cancro cervical, identifica entre 80 % e 85 % dos referidos cancros, inclusivamente nas suas primeiras fases. O teste é mais rigoroso se a mulher não se lavar nem usar qualquer medicamento pela via vaginal, pelo menos durante as 24 horas antecedentes.

Se o médico suspeitar que existem outros problemas, podem ser feitos outros testes. Por exemplo, se existirem indícios de uma infecção, raspa-se a vagina e o colo uterino com uma zaragatoa e obtém-se uma pequena quantidade de secreção vaginal para cultura e análise microscópica no laboratório.

Nesta primeira fase, são analisadas a força e a resistência da parede vaginal com o objectivo de detectar qualquer protraimento da bexiga na parte frontal da sua parede (cistocele), um protraimento do recto na parte posterior (rectocele) ou um protraimento do intestino no vértice superior da vagina (enterocele).

Depois de tirar o espéculo, o médico faz uma exploração bimanual, ou seja, introduz os dedos indicador e médio de uma mão na vagina e coloca os dedos da outra sobre a parte inferior do abdómen, acima do osso púbico. Nesta posição, o útero é palpado como uma estrutura com forma de pêra, lisa e consistente, e, além disso, é possível determinar a sua posição, o seu tamanho, alteração da sua consistência e se é dolorosa a sua palpação. Depois, tenta-se palpar os ovários movendo a mão sobre o abdómen para os lados e pressionando um pouco mais. Como os ovários são pequenos e muito mais difíceis de sentir que o útero, é necessária maior pressão. A mulher pode ter uma sensação um pouco desagradável. O médico determina o tamanho dos ovários e se a zona é dolorosa. Também procura irregularidades ou áreas dolorosas dentro da vagina.

Finalmente, o médico coloca o dedo indicador dentro da vagina e o dedo médio dentro do recto para fazer um exame rectovaginal. Desta forma, é examinada a parede posterior da vagina para detectar massas ou espessamentos. Além disso, é examinado o recto, em busca de hemorróidas, fissuras, pólipos e massas, e são analisadas as fezes, com o fim de descobrir a existência de sangue não perceptível à vista desarmada (oculto). Também é possível entregar à mulher um dispositivo para que, em casa, confirme várias vezes se não existe sangue oculto nas suas fezes.

Dilatação e raspagem (D e R)




Às vezes, é necessário fazer testes mais complexos. Para examinar os órgãos genitais internos, empregam-se várias técnicas, incluindo instrumentos que utilizam tecnologia de fibra óptica. As fibras ópticas são bandas finas e flexíveis, feitas de plástico ou de vidro, que transmitem luz. Com um cabo de fibra óptica, ligado a um tubo de visualização ou laparoscópio, é possível examinar o útero, a trompa de Falópio ou os ovários, sem necessidade de fazer uma grande incisão. O laparoscópio também facilita a prática de operações cirúrgicas no aparelho genital.



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o que siginifica nistagmo e ambliopia?


Nistagmo: Oscilações repetidas e involuntárias rítmicas de um ou ambos os olhos em algumas ou todas as posições de mirada, podendo ser originarias de labirintites, maculopatias ou catarata congênita, albinismo, e causas neurológicas entre outras.

Ambliopia: É a baixa de visão, mesmo com o uso de óculos e estando as estruturas oculares normais. O olho amblíope não teve o desenvolvimento normal da visão.
Também é conhecido como "olho preguiçoso".

Se durante a idade de maior desenvolvimento da visão, que é até aproximadamente os 7 anos, ocorrerem alterações que impedem o foco de imagens nítidas na retina, o olho não amadurece a visão.

As alterações que levam a ambliopia, com mais frequência, são o estrabismo (olho torto), os erros de refração (a anisometropia - diferença de grau entre os olhos) e a catarata congênita.  (+ info)

você sabe o que é nistagmo?


O termo nistagmo é usado para descrever os movimentos oculares oscilatórios, rítmicos e repetitivos dos olhos. É um tipo de movimento involuntário dos globos oculares, geralmente de um lado para o outro e que dificulta muito o processo de focagem de imagens. Os movimentos podem ocorrer de cima para baixo ou até mesmo em movimentos circulares e podem surgir isolados ou associados a outras doenças.

Os nistagmos variam de caso a caso e podem ser classificados de acordo com a manifestação clínica. Os principais tipos são: fisiológico, congênito, spasmus nutans, nistagmo do olhar, nistagmo vestibular, nistagmo por distúrbio neurológico, nistagmo voluntário e nistagmo histérico. Em geral, provocam incapacidade de manter fixação estável e significativa ineficiência visual, especialmente para visão à distância. Estima-se que os nistagmos afetam 1 a cada 1000 nascidos vivos .

As oscilações do nistagmo um ou ambos os olhos, em uma ou todas as posições . O nistagmo congênito raramente surge logo ao nascimento e é mais freqüente entre 8 e 12 semanas de vida. Se não for detectado nos primeiros meses de vida, deve ser um nistagmo adquirido.

Causas

O nistagmo pediátrico difere muito do nistagmo iniciado na fase adulta. Na infância, o nistagmo pode ter causas relacionadas a um defeito do olho ou na relação de comunicação entre o olho e o cérebro. É ainda associado a catarata, glaucoma, desordens de retina, albinismo e em pacientes com síndrome de Down. Alguns tipos de nistagmo podem ser hereditários; outros de causa desconhecida.

O nistagmo adquirido, que se desenvolve ao longo da vida, pode ser o sintoma de esclerose múltipla ou associado à lesão neurológica aguda nas vias motoras oculares localizadas no tronco cerebral ou cerebelo, labirintites, maculopatias entre outras doenças.  (+ info)

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