FAQ - Síndrome de Marfan
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Quais são os exercícios realizados nas Psicoterapias para pacientes com síndrome do pânico?


Me indicaram fazer uma terapia que resulta em exercícios físicos que ajudam no controle da síndrome do pânico. Alguém poderia me indicar algum link que tenha desenhos e exemplos ou detalhar como fazer esses exercícios.
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Olha o q eu sei é q o exercicio mais indicado para isso é a yoga q ajuda a controlar a ansiedade, trabalha a respiração e a concentração, agora se vc está procurando por uma cura não vá atras de psicologos e nem psiquiatras, eu tive durante 8 anos, tratei com psiquiatra, tomava vários remédios e só me sentia pior, tratei com psicologos, conversas pra essa coisa não resolve, não adianta querer entender o pq, ninguem sabe de onde vem e pq começa, então procurei um terapeuta olistico q já tinham me falado, mas eu achava bobeira, mas fui, tomo remédios naturais e não será para sempre, estou em tratamento há 3 meses, na primeira semana já voltei a sair de casa e frequentar vários lugares q nunca ia, as vezes me sentia mal até dentro de casa, hoje vivo muito bem, sem apertos, sem angustias e sem medos, estou prestes a começar um novo serviço, estou bem melhor, vale a pena tentar.  (+ info)

Síndrome do carpo dá direito a aposentadoria por invalidez?


Peço orientação da justiça do Trabalho.
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Caso já tenha feito cirurgia e não tenha resolvido, sim.
Dependerá de sua função e se não poderia exercer outra função.  (+ info)

Pessoas muito ansiosas têm maior probabilidade de terem Síndrome do Pânico?


Quais os comportamentos frequentes em pacientes com síndrome do pânico?
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SIM um primeiro estágio da Síndrome de Pânico é a ansiedade subindo de nível.
Nem sempre uma ansiedade chega à Síndrome, mas toda Síndrome de Pânico passa pela Ansiedade.

Não se deveria controlar, mas CURAR todas as doenças psicossomáticas, sem medicamentos e com tecnologia moderna já existente em Terapias de Regressão no Brasil, sem hipnose ou qualquer indução, mas indo em busca da CAUSA e obtendo a cura.
  (+ info)

Alguém com síndrome do pânico engravidou e parou de tomar o remédio antidepressivo?


Será que é possível ficar bem na gravidez tendo sindrome do panico sem o remédio. Tenho pensado muito nisso, me disseram que o corpo produz proteção natural ao panico nesse periodo. Meu medo é entrar em panico e fazer mal ao bebe, aliás ter muitas crises durante a gravidez.
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Por que vai ter crises? Medo de ter medo? Afaste isso de si, procure relaxar, pensar coisas positivas, seu bebê sente as suas reações, as suas emoções! Um antidepressivo agora iria prejudicar o desenvolvimento da criança, quem é mais importante pra você agora afinal? Pense no seu filho e liberte-se desse pânico, isso depende e muito da sua vontade de estar bem.  (+ info)

Alguém pode me explicar sobre a Síndrome de Beceth e onde conseguir tratamento ?


Minha irmã foi diagnosticada com a Síndrome de Beceth, mas os médicos não sabem ao certo o tratamento adequado. Ouvi dizer que têm só em Brasília, no Hospital Sarah Kubichek. Queria saber onde achar informações sobre a doença.
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www.hospitalsarahkubsthchek.gov.br. é um hospital público e não pode cobrar pagamento, existe casa de apoio, onde você pode ficar hospedada de graça durante o tempo de tratamento(mas tem que levar roupa de cama ajudar na limpeza da casa).
Tente também USP. www.usp.
universidade de são paulo  (+ info)

Síndrome de Guillain-Barré é a mesma coisa que polirradiculoneurite crônica desmielinizante?


Eu sei que guillain barré é uma sindrôme conhecida como polirradiculoneurite aguda e encontrei material a respeito, mas não encontrei nada que falasse sobre "polirradiculoneurite crônica desmielinizante"... É a mesma coisa? O tratamento é o mesmo? Alguém tem algum material a respeito?
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http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=1&url=http%3A%2F%2Fwww.lookfordiagnosis.com%2Fmesh_info.php%3Fterm%3DPolirradiculoneuropatia%26lang%3D3&ei=8YoxSawLhJh6orjopAE&usg=AFQjCNFN9UFg_Jeqh_9YRR3dn4FAvK2d7g&sig2=2cl2ghnjWkaIAtYHm_ygXw

↑Achou!!

Contate 1 especialista, é 1 doença auto-imune.

∟♪  (+ info)

Síndrome do desconforto respiratório do recem nascidos?


Alguém sabe explicar o q seria a síndrome do desconforto respiratório do recem nascido? E qual seria a causa da doença, o sintoma e o tratamento?
Qual a diferença entre Síndrome do recem nascido e da aguda?
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Síndrome da Angústia Respiratória


A síndrome da angústia respiratória (denominada antigamente doença da membrana hialina) é um distúrbio respiratório no qual os alvéolos (sacos aéreos) dos pulmões do recém-nascido não permanecem abertos por causa da elevada tensão superficial resultante da produção insuficiente de surfactante.

Para que um recém-nascido seja capaz de respirar independentemente, os alvéolos pulmonares devem ser capazes de permanecerem abertos e cheios de ar após o nascimento. Eles conseguem fazê-lo em grande parte graças a uma substância denominada surfactante. O surfactante é produzido por células dos alvéolos pulmonares e reduz a tensão superficial. Ele é produzido à medida que os pulmões do feto amadurecem, freqüentemente em torno da 34a semana e quase sempre em torno da 37a semana de gestação.

A síndrome da angústia respiratória ocorre quase que exclusivamente em recém-nascidos prematuros. Quanto mais prematuro o recém-nascido, maior a chance dele apresentar a síndrome da angústia respiratória. A probabilidade de ocorrência da síndrome também é maior em filhos de mães diabéticas.

Sintomas e Diagnóstico

Os recém-nascidos muito prematuros podem ser incapazes de começar a respirar, pois, sem o surfactante, os seus pulmões são muito rígidos. Os recém-nascidos um pouco maiores podem começar a respirar, mas, como os pulmões tendem a colapsar, ele apresenta dificuldade respiratória. Nestes casos, a respiração é rápida e trabalhosa, com dilatação das narinas. Eles contraem a parede torácica à inspiração e emitem ruídos que lembram grunhidos durante a expiração. A dificuldade respiratória pode iniciar logo após o parto ou ocorrer em algumas horas. Quando a síndrome da angústia respiratória é grave, os músculos respiratórios acabam apresentando fadiga, a respiração torna-se ainda menos eficaz e a pele torna-se azulada.

Quando não tratado, um recém-nascido com síndrome da angústia respiratória pode morrer. O diagnóstico da síndrome da angústia respiratória é baseado na história clínica da mãe (p.ex., trabalho de parto prematuro ou diabetes), no exame físico do recém-nascido após o nascimento e em uma radiografia torácica do recém-nascido, a qual revela uma expansão pulmonar incompleta.

Complicações

Quando os pulmões são rígidos, é necessária uma maior pressão para expandi-los, seja ela produzida pelo recém-nascido ou por um ventilador mecânico. Conseqüentemente, pode ocorrer uma ruptura pulmonar, com extravasamento de ar para o interior da cavidade torácica. Este ar faz com que o pulmão colapse ainda mais, comprometendo a ventilação e a circulação. O colapso pulmonar (uma complicação denominada pneumotórax) geralmente exige um tratamento imediato.

O tratamento consiste na remoção do ar livre presente no interior da cavidade torácica com o auxílio de uma seringa e uma agulha e a instalação de um tubo, no tórax do recém-nascido, acoplado a um selo de água para que não ocorra novamente um acúmulo de ar livre. Além disso, os recém-nascidos com síndrome da angústia respiratória apresentam um maior risco de hemorragia cerebral. O risco de sangramento é muito menor quando a mãe é tratada com corticosteróides antes do parto.

Prevenção e Tratamento

O risco de síndrome da angústia respiratória diminui bastante quando o parto pode ser postergado até os pulmões do feto terem produzido uma quantidade suficiente de surfactante. Quando existe a iminência de um parto prematuro, pode ser realizada uma amniocentese para se coletar uma amostra de líquido amniótico e se estimar a concentração do surfactante. Quando o médico estima que os pulmões do feto são imaturos e que o parto não pode ser adiado, ele pode administrar um corticosteróide à mãe pelo menos 24 horas antes do momento estimado do parto. O corticosteróide atravessa a placenta e chega ao feto, estimulando os seus pulmões a produzir surfactante.

Após o parto, um recém-nascido com síndrome da angústia respiratória leve pode necessitar apenas de ser colocado em uma tenda de oxigênio. Os recém-nascidos com um quadro mais grave podem necessitar de suporte ventilatório e tratamento com uma droga surfactante. Uma droga surfactante, a qual é muito semelhante ao surfactante natural, pode ser gotejada diretamente, através de um tubo, no interior da traquéia do recém-nascido. Ela aumenta a chance de sobrevida ao reduzir a gravidade da síndrome da angústia respiratória e o risco de complicações (p.ex., ruptura pulmonar). A droga surfactante pode ser administrada imediatamente após o parto para evitar a síndrome da angústia respiratória em um recém-nascido muito prematuro que pode desenvolvê-la ou pode ser administrado assim que os sinais da síndrome se manifestarem.

O recém-nascido é controlado rigorosamente, para se assegurar que a administração da droga surfactante está sendo tolerada e que a respiração está melhorando. Os tratamentos podem ser mantidos por vários dias, até que o recém-nascido comece a produzir o seu próprio surfactante.

Síndrome Respiratória Aguda Grave
Até o momento não há resultados conclusivos sobre o agente etiológico da SRAG. No Canadá, China e Estados Unidos, exames laboratoriais indentificaram a presença de vírus das famílias Paramyxoviridae e Coranaviridae, além de M. pneumoniae e metapneumovírus, em pacientes com SRAG. Em 24 de março, o CDC informou que seus laboratórios isolaram um novo coronavírus em células Vero E6 de amostras clínicas de dois pacientes suspeitos de SRAG, da Tailândia e Hong Kong.

Como se transmite a SRAG?

É difícil estabelecer exatamente como se transmite a SRAG, pois os resultados das investigações ainda são preliminares. Sabe-se que há transmissão pessoa a pessoa, sendo necessário um contato próximo com pessoas infectadas. O contato com aerossóis, secreções respiratórias e fluidos corporais de uma pessoa infectada parecem ser importantes. A maioria dos casos tem acontecido em trabalhadores de hospitais que atenderam pacientes com SRAG e familiares próximos dos pacientes. Desconhece-se a quantidade do agente infeccioso necessário para causar infecção. A SRAG parece ser menos infecciosa que a influenza.

A SRAG pode ser transmitida por fômites (objetos contaminados)?

Atualmente, as informações disponíveis indicam que a transmissão do agente requer contato próximo e direto (pessoa a pessoa). Porém, não se descarta a transmissão por objetos contaminados, devendo-se tomar cuidados de desinfecção com objetos utilizados pelos casos suspeitos.

Se eu tivesse sido exposto à SRAG, quanto tempo demoraria para adoecer?

Informações preliminares das investigações realizadas em Hong Kong e Hanói indicam que o período de incubação (período entre a infecção inicial e o desenvolvimento da doença) médio da SRAG corresponde de dois a sete dias, podendo se estender por 10 dias. Apesar do curto período de incubação, a rapidez das viagens internacionais aumenta o risco de disseminação dos casos.

Quem está sob risco de contrair a SRAG?

Até o momento, os casos têm ocorrido, principalmente, entre profissionais de saúde envolvidos com o cuidado dos pacientes com SRAG e contatos familiares próximos. Pessoas com antecedentes de viagens recentes a cidades com casos notificados estão sob maior risco.

Qual é o tratamento da SRAG?

Vários medicamentos têm sido utilizados para o tratamento da SRAG, no entanto nenhum tem sido recomendado para a profilaxia ou tratamento. Os antibióticos não têm mostrado eficácia. Um adequado tratamento de apoio em UTI é o indicado, quando pertinente. Como resultado de um bom tratamento de suporte, alguns pacientes em Hanói têm passado do estado crítico para o regular.

O que tem sido recomendado para prevenir a transmissão de SRAG em hospitais e no domicílio? Os pacientes suspeitos de ter a SRAG devem ser isolados? Como devem ser manejados os pacientes com SRAG?

Os casos suspeitos devem ser internados em unidades isoladas, com banheiro privativo. Recomenda-se que profissionais de saúde e visitantes usem máscaras com filtros eficientes, óculos, aventais, gorro e luvas (barreiras respiratórias e de mucosas) quando em contato próximo com o paciente.

Para minimizar a transmissão potencial fora do ambiente hospitalar, os pacientes com SRAG devem limitar as interações fora do domicilio até que se conheça melhor o mecanismo de transmissão da doença. Recomenda-se colocar máscaras cirúrgicas nos pacientes durante o transporte e no domicílio.  (+ info)

qual é aqulea síndrome em que a pessoa acha que é o centro de tudo, e toda a atenção é votlada pra ela?


Se estão rindo, brigando, a pessoa que tem a síndrome acha que é dela, gostaria de saber o nome real da doença, obrigada.
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Paranóia. É uma psicose que se caracteriza pelo desenvolvimento de um delírio crônico (mania de grandeza, mania de perseguição, de zelo etc.). Pode manifestar-se em pessoas com distúrbio paranóide de personalidade - pessoas desconfiadas e sensitivas que parecem emocionalmente frias e se melindram facilmente.Os paranóicos raramente vêem a si próprios como doentes e geralmente só recebem tratamento quando amigos ou parentes os forçam a isso.  (+ info)

Depressão e Síndrome do Pânico podem afastar uma pessoa do trabalho?


Mesmo que a pessoa tenha acabado de passar pelo período de experiência?
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Se foi adquirido após admissão,poder até que pode porque a empresa sempre leva vantagens,mas de acordo com a lei após o diagnóstico a empresa tem por obrigação encaminhar o funcionário junto ao IN SS com guia de afastamento fornecido pela própria empresa os 15 dias corre pela empresa e o restante pelo IN SS,caso contrário o ex funcionário deverá entrar com uma ação trabalhista requerendo indenização por a mesma ter demitido com problema de saúde salvo se for constatado que tal doença existia antes de ser admitido.  (+ info)

Os testículos de um homem que possue a síndrome de Klinefelter é muito pequeno?


São pequenos e devido esta atrofia, não produzem espermatozóides.  (+ info)

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