FAQ - Transtorno Distímico
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Você acha que o Alborghetti sofria de alguma patologia psiquiátrica ou transtorno de personalidade?


@Simio: Sim, eu concordo, mas acontece que o modo como o Alborghetti se expressava ia além do próprio limite emocional dele. Ele perdia o controle mesmo, era algo que ia além de apenas as plenas convicções políticas de alguém.
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Por certo você se refere ao apresentador do programa CADEIA que ficou nacionalmente conhecido.
Ex Deputado Estadual da Região de Londrina - PR , mas que morava em minha cidade de Curitiba.

Conheci pessoalmente o Alborghetti há muitos anos e acompanhei a carreira dele.
Para você ter uma idéia, um dos auxiliares e que algumas vezes substituiu ele foi o agora conhecido Ratinho, que fez maior fama ainda no SBT e hoje, dono da Emissora de TV em Curitiba.

Houve um final de ano em que passamos o revelion juntos em uma praia e para quem não o conhecesse pessoalmente, jamais pensaria ser a mesma pessoa que apresentava o CADEIA.
Mesmo como Deputado, era bem postado e respeitado atuante político.

Eu acredito que ele fazia apenas um TEATRO na frente das Câmeras, era sua função, era o que dava IBOPE, o Ratinho também fazia a mesma coisa e nem por isto tinha ou tem problemas psiquiátricos, ao contrário, é um grande empresário e quando está fora das Câmeras, de fato é ele mesmo e não o Ator, como o caso também do Alborghetti.

Lamento que perdemos o Alborghetti por câncer, e ele esteve sereno em seu tratamento até seus últimos dias, sempre ao lado de sua dedicada e amada esposa, e assim os vi naquele final de ano, animados e dançando muito, sempre juntos. Esta é a imagem que tenho do Alborghetti pessoa, artista e político.
Toda a questão de parecer ultrapassar limites emocionais, sempre o tive como Ator e interessado em provocar audiência se seu programa, ele fez escola nesta área.  (+ info)

como curar sindrome de pânico com transtorno de anciedade?


Bom dia a todos, tenho síndrome de pânico e transtorno de ansiedade sinto meu corpo estranho, as vezes me dá crises como as veias inchadas e sinto taquicardia sempre gostaria que alguém me ajudasse a resolver isto grato caso tenha algum piscicólogo por aqui
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Amigo, você precisa de um tratamento médico presencial, talvez até com o uso de medicamentos. Não se cura esse tipo de coisa através da net. Boa sorte.  (+ info)

A pessoa portadora de transtorno mental pode se candidatar às vagas para deficientes?


Por exemplo alguém portador de psicose ou esquizofrenia pode se candidatar as vagas de deficientes das empresas? Caso não, o que resta a essas pessoas já que tbém não se enquadram nas ditas "pessoas normais"?
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O JAS está correto.

No entanto, já existe cura para esquizofrenia e qualquer outra doença mental.

O grande absurdo é que profissionais afirmam que não existe cura.
E alguns que sabem que já existe Tecnologia que afirma poder curar e não darem atenção a isto.

Absurdo também é querer controlar com drogas e mais absurdo é que drogas não controlam, podem até drogarem o corpo, mas não será por muito tempo e nem para sempre.

Se dizer que alguém com doença psicológica não é uma pessoa normal, então quem é normal?

De fato, quem não tiver uma só doença mental, não é normal.
Se parecer brincadeira é porque não sabem o que esta humanidade está passando...

Uma pessoa com doença mental, se considerada inapta laborialmente, não poderia trabalhar, esta a questão.
Se a psiquiatria diz que controla, então deveriam controlar.

Se eu digo que existe cura, então tem que haver a cura e isto eu garanto que existe, não com remédios ou com as tecnologias tradicionais, claro, mas com a Ciência Moderna de Saúde Mental.
E quem conhece de fato? Bem, eu conheço.
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Não sinto confiança em nada que outra pessoa faça. Que tipo de transtorno é esse?


Tipo, se alguem está dirigindo, acho que a pessoa irá bater toda hora, que está indo rápido d+. Se peço para alguém fazer alguma coisa pra mim, penso que ela não conseguirá. Acho isso um tipo de transtorno, só confio no que faço. Alguem sabe o nome disso?
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Esse tipo de comportamento manifestado por vc é mais comum, do se Imagina, porém esse comportamento, começa a ser percebido pela pessoas que convivem mais próximas de vc, (Familiares). A partir de então, vc também passa a perceber às manifestações de seu comportamento, no seu relacionamento social, profissional etc... Na minha opinião, seu comportamento deve estar associado, a suas vivências na infância até a sua idade cronológica atual. Vem cá, por acaso vc é filho único? Caso seja, está situação vem da fase em que a criança passa pelo egocentrismo, (Não divide nada com ninguém), principalmente brinquedos.Assim essa característica se acentua na idade adulta, através de comportamentos como o que vc descreveu. No adulto, aparece esse comportamento, como dificuldades em confiar no desempenho dos outros, visto que na sua infância vc pode não ter tido oportunidade de compartilhar sua atenção.Agora no caso de vc não ser filho único, ai a situação fica diferente, pois vc deve ter dificuldades relacionas como por exemplo, Delegar atribuições e/ou funçaõ às pessoas. Se a manifestação de seu comportamento estiver interferindo nas demais áreas da sua vida contidiana, como na parte profissional, eu creio que vc deverá procurar entender mais profundadamente, a essência desse seu comportamento.Então, fazendo uma psicoterapia, com um profissional especializado em comportamento, um Psicólogo seria o ideal pra vc. Abrçs da amiga Eliana  (+ info)

Transtorno bipolar de humor tem direito a aposentadoria?


Olá estou contribuindo o inss a um ano, descobri no ano passado que minha mãe tem transtorno bipolar de humor gostaria de saber se há chance sobre isso?
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Direito tem, mas o governo não está aposentando nem defunto. Vai ver que é por isto que tem tanto funcionário "fantasma".  (+ info)

Pode-se apresentar transtorno de personalidade esquiva e transtorno de personalidade esquizóide ao msm tempo?


Eu possuo sintomas de ambos, mas antes de ir a um profissional gostaria de saber se é possível ter ambos.
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Mr. Jerome
Se tratando de psiquê humana, é possível acontecer a combinação de vários traços distintos independentemente destes traços pertencerem ou não a algum quatro psicopatológico.
Assim como a automedicação não é uma prática recomendável, a auto-diagnosticação também não é, ok? Procure um profissional para que você possa esclarecer suas dúvidas, obter um diagnóstico, e, principalmente CUIDAR da sua saúde através do tratamento adequado.

Espero ter contribuído  (+ info)

Transtorno bipolar do humor é doença incapacitante?


Se depressão é incapacitante, por que trnastorno bipolar não pode ser, sendo que um dos pólos é a depressão?
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depende, eu conheço 2 pessoas que tem essa doença que se apesentaram, mas eram profissões que poderiam colocar a vida de outras pessoas em risco, e o caso delas era bem grave, uma delas era da polícia e a outra era motorista de onibus, eu tenho a doença mas é um caso mais leve e não dá p/ ser considerado incapacitante, cada caso é um caso.  (+ info)

Quais são os sintomas e como diagnosticar e tratar o Transtorno Bipolar do Humor e o Transtorno Afetivo?


Há cura? Há tratamento? Quais os PRÓS/CONTRAS do problema quando não tratado e quando tratado?

Não achei a categoria correta, mas seria: Neuropsiquiatria.

Obrigado pela atenção.
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transtorno bipolar caracteriza-se pela ocorrrência de episódios de “mania” (caracterizados por exaltação do humor, euforia, hiperatividade, loquacidade exagerada, diminuição da necessidade de sono, exacerbação da sexualidade e comprometimento da crítica) comumente alternados com períodos de depressão e de normalidade. Com certa freqüência, os episódios maníacos incluem também irritabilidade, agressividade e incapacidade de controlar adequadamente os impulsos.

As fases maníacas caracterizam-se também pela aceleração do pensamento (sensação de que os pensamentos fluem mais rapidamente), distraibilidade e incapacidade em dirigir a atividade para metas definidas (embora haja aumento da atividade, a pessoa não consegue ordenar as ações para alcançar objetivos precisos). As fases maníacas, quando em seu quadro típico, prejudicam ou impedem o desempenho profissional e as atividades sociais, não raramente expondo os pacientes a situações embaraçosas e a riscos variados (dirigir sem cuidado, fazer gastos excessivos, indiscrições sexuais, entre outros riscos). Em casos mais graves, o paciente pode apresentar delírios (de grandeza ou de poder, acompanhando a exaltação do humor, ou delírios de perseguição, entre outros) e também alucinações, embora mais raramente. Nesses casos, muitas vezes, o quadro clínico é confundido com a esquizofrenia.

O diagnóstico diferencial deve ser feito com base na história pessoal (na doença bipolar, os quadros são agudos e seguidos por períodos de depressão ou de remissão) e familiar (com certa freqüência, podem ser identificados quadros de mania e depressão nas família).
Tratamento

Sais de lítio

Depois de 50 anos de sua introdução na prática psiquiátrica, os sais de lítio permanecem como o tratamento de escolha para a maioria dos casos de mania aguda e para a profilaxia das recorrências das fases maníaco-depressivas. Na mania aguda, a eficácia do lítio situa-se, conforme o tipo de pacienrtes incluídos, entre 49% (estudo de apenas 3 semanas, incluindo casos anteriormente resistentes) e 80% dos casos, mostrando-se mais específico do que os neurolépticos na redução dos sintomas nucleares da mania (exaltação do humor, aceleração do pensamento e idéias de grandiosidade); em contraposição, os neurolépticos mostram-se mais rápidos e eficazes no controle da hiperatividade e da agitação psicomotora, sugerindo que sua ação se devesse a uma sedação mais inespecífica. Numerosos estudos controlados confirmam a eficácia do lítio na profilaxia de ambas as fases (maníacas e depressivas) do transtorno bipolar. As manias típicas, assim como os episódios de mania são seguidos por eutimia e depressão (M-E-D). Os pacientes com mania mista (mesclada com sintomas depressivos), mania disfórica (com marcada irritabilidade) e com cicladores rápidos (aqueles com mais de quatro ciclos em um ano) não respondem tão bem ao lítio; para esses pacientes, o divalproex (ácido valpróico/valproato) ou a carbamazepina podem se constituir em melhor indicação.

Levando-se em conta a estreita faixa terapêutica, assim como as variações na excreção do lítio, recomenda-se a monitoração periódica de seus níveis séricos, mais freqüente no início do tratamento ou quando as doses forem alteradas ou a qualquer momento, desde que haja indícios ou suspeita de intoxciação pelo lítio. A dosagem do lítio deve ser feita sempre 12 horas após a última ingestão do comprimido de lítio. Em geral, dosam-se os níveis sérios cinco a sete dias após o início (quando o lítio atinge seu steady state), depois a cada sete ou 14 dias, passando-se ao controle posterior a cada dois ou três meses, nos primeiros seis meses, e a cada quatro ou, no mínimo, a cada seis meses, posteriormente. Os níveis recomendados ao tratamento situam-se entre 0,6 mEq/l a 1,2 mEq/l. O teto mais alto (1,2 mEq/l) é reservado para os estados agudos; para a manutenção, doses entre 0,6 mEq/l e 0,8 mEq/l são geralmente suficientes, procurando-se manter o paciente com as menores doses necessárias para a profilaxia (alguns pacientes se dão bem com 0,4 mEq/l, já outros, eventualmente, precisam de doses maiores do que 0,8 mEq/l). Em geral, inicia-se o tratamento com 300 mg à noite, aumentando-se as doses gradativamente até alcançar os níveis séricos desejados, levando-se em conta a tolerabilidade do paciente aos efeitos colaterais. A dosagem dos hormônios tiroideanos deve ser feita a cada seis ou doze meses, assim como a monitoração da função renal. O carbonato de lítio é disponível, no campo da psiquiatria, em comprimidos (carbolitium) de 300 mg e preparados de liberação lenta (carbolitium CR) de 450 mg. Os preparados convencionais têm seu nível sérico máximo alcançado dentro de uma hora e meia a duas horas; os preparados de liberação lenta alcançam seu pico dentro de quatro a quatro horas e meia. O lítio é excretado quase inteiramente pelos rins, com meia-vida entre 14 a 30 horas. As preparações convencionais podem ser administradas em duas tomadas diárias, podendo as de liberação lenta ser utilizadas em dose única (nesses casos, os níveis séricos matinais estarão aumentados em até 30%), geralmente à noite. Usando-se doses maiores, mesmo o preparado de liberação lenta é mais comumente utilizado em duas tomadas diárias.

Antes de se iniciar o tratamento, o paciente deve ser avaliado pelo exame físico geral e por exames laboratorias que incluem: hemograma completo; eletrólitos (Na+, K+); e avaliação da função renal (uréia, creatinina, exame de urina tipo I) e da função tiroideana (T3, T4 e TSH). Em pacientes com mais de 40 anos ou com antecedentes de doença cardíaca, recomenda-se solicitar eletrocardiograma (depressão do nó sinusal e alterações da onda T podem surgir em decorrência do lítio, e é conveniente obter-se um traçado inicial para comparação posterior). Como o lítio freqüentemente acarreta polidipsia e poliúria (por antagonizar os efeitos do hormônio antidiurético), deve-se também solicitar dosagem da glicemia antes de sua introdução. Algumas vezes, o diabetes mellitus pode passar desapercebido; o psiquiatra julga que a polidpsia e polúria devem-se, exclusivamente, ao esperado diabetes insipidus produzido pelo lítio, quando, na verdade, o primeiro pode também estar presente.

As queixas relativas aos efeitos colaterais mais comuns são: sede e polúria; problemas de memória; tremores; ganho de peso; sonolência/cansaço, e diarréia. No início do tratamento, são comuns: azia; náuseas; fezes amolecidas, assim como a sensação de peso nas pernas e cansaço, desaparecendo com o tempo. Diarréia e tremores grosseiros, aparecendo tardiamente no curso do tratamento, podem indicar intoxicação e requerem imediata avaliação.  (+ info)

Quais são os melhores profissionais para tratamento do TOC transtorno obsessivo compulsivo?


Sou portadora do transtorno obsessivo compulsivo a alguns anos e nos ultimos tempos a doença tem se agravado, gostaria de sugestões de bons profissionais nessa área.
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O TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) é uma doença crônica, mas que pode ser controlada e curada. Como o próprio nome sugere, ela é determinada por comportamentos obsessivos e compulsivos.Com ajuda médica o transtorno pode ser curado em poucos meses. O tratamento consiste em medicamentos e psicoterapia. Porém em alguns casos, podem demorar de semanas a mais de dois anos para se perceber melhora de sintomas. Ás vezes se faz necessário a troca dos medicamentos. Ter força de vontade auxilia no tratamento e a ajuda dos familiares é muito importante.
Você não menciona a cidade em que vive, então, sugiro que procure um outro profissional psiquiatra em sua cidade para nova avaliação...
Aqui no Rio de Janeiro te indico:

Dr Nelson Goldenstein
Psiquiatria
Rio de Janeiro/RJ
(21) 2537-9005
ou
Dr Ivan Sérgio Nirenberg
Psiquiatria
Rio de Janeiro/RJ
(21) 2294-0394

bjinhus!  (+ info)

O que aborda a psicanalise e a terapia comportamental para portadores do Transtorno do Pânico?


Gostaria de saber o que acontece detalhadamente nestas sessões para ver qual seria melhor pra mim. Obrigado
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Em PSICANÁLISE, de um modo bemmm geral, o processo envolve voltar para descobrir a raiz do problema e então revisar o próprio ponto de vista e sentimentos após o problema haver sido identificado. Pois esses teóricos acreditam que a ansiedade se originou de conflitos não resolvidos.

A abordagem COMPORTAMENTAL, parte do pressuposto de que a ansiedade originou-se de um condicionamento clássico inapropriado e usam, no entanto, de estratégias para corrigir ou superar o condicionamento.

Pela abordagem COGNITIVO-COMPORTAMENTAL, a meta do tratamento é mudar as crenças, pois os pacientes estariam tendo pensamentos mal-adaptados.  (+ info)

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