FAQ - azoospermia
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Azoospermia e com sucesso já aconteceu ?


Ola gostaria muito de saber se já houve algum caso de um homen com azoospemia sem fazer FIV e sem fazer nenhum tratamento de obteve sucessou ou seja a mulher engravidou naturalmente ???
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azoospermia me expliquem?


queria saber se azoospermia é a pessoa que nao tem espermatozoides, ou seja aquela que nao produz nenhum ou que produz bem pouco? azoospermia tem a ver com a quantidade de esperma que ejacula? por exemplo menos que 2ml que é o normal?
tipo azoospermia é a pessoa que tem poucos espermatozoides saudaveis para poder engravidar uma mulher ou é a pessoa que ejacula pouco semen?
eu sei que azoospermia é ausencia completa dos espermatozoides. Mas quero saber se essa ausencia completa é a pessoa que nao produz espermatozoides saudaveis ou ela quando chega ao orgasmo nao sai semen?
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TRATAMENTO DA AZOOSPERMIA

A azoospermia é definida como ausência de espermatozóides no sêmen causada por obstrução das vias de saída dos espermatozóides (azoospermia obstrutiva - AO), por ausência de produção ou alteração da emissão (azoospermia não-obstrutiva - ANO).
Azoospermia Obstrutiva

A causa mais frequênte de azoospermia obstrutiva é a vasectomia, existindo ainda outras menos comuns como a obstrução dos ductos ejaculatórios e a ausência congênita bilateral dos ductos deferentes (ACBVD). Nas azoospermias obstrutivas a produção de espermatozóides está preservada e as vias de saída estão obstruídas.

O diagnóstico é realizado no exame físico nos casos de vasectomia e ACBVD. Nos casos de obstrução do ducto ejaculatório a análise seminal mostra um volume ejaculado abaixo dos valores normais acompanhado por um Ph ácido. O diagnóstico pode ser confirmado por várias formas, uma delas a deferentografia.

O tratamento depende da causa. Na vasectomia, dependendo da avaliação de alguns fatores do casal, deve ser feita a reversão da vasectomia (vaso-vaso anastomose microcirúrgica) como primeira opção.

Os resultados da cirurgia dependem do tempo da realização da vasectomia (melhor até 15 anos), da experiência do cirurgião e da técnica utilizada na cirurgia (com ou sem microscópio).

A técnica recomendada é a microcirúrgica que utiliza o microscópio para auxílio na anastomose do deferente.

Nos casos de falha na reversão da vasectomia, na impossibilidade de tratamento cirúrgico (ACBVD) ou da opção do casal por utilizar técnica de reprodução assistida, podemos recuperar espermatozóides através de uma punção no testículo ou epidídimo para ser utilizado em fertilização "in vitro"na técnica de Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóides (I.C.S.I). A punção é um procedimento realizado com anestesia local no dia da captação dos oócitos da esposa.
Azoospermia Não-obstrutiva

As causas de ANO são defeitos no controle da produção (hormonal), problemas no próprio testículo determinando alterações na produção dos espermatozóides ou problema na emissão do sêmen (ejaculação retrógrada). Com exceção da ejaculação retrógrada, em todas as outras causas existe uma alteração na produção de espermatozóides tornando o tratamento deste grupo de pacientes mais trabalhoso e complexo.

A avaliação diagnóstica exige uma relação maior de exames que incluem avaliação hormonal, genética e eventualmente de exames de imagem.

O tratamento depende da causa porém com exceção da causa hormonal e da ejaculação retrógrada o casal necessitará da utilização de I.C.S.I.

O primeiro passo para o tratamento de pacientes sem causa identificável ou tratável, é saber se no testículo existem espermatozóides para serem utilizados no laboratório. No momento não existem exames que revelem esse dado com certeza e segurança, tornando a exploração testicular para recuperação de espermatozóides necessária.

A exploração ou mapeamento testicular pode ser realizada previamente ao tratamento, em ambiente de laboratório e associada à criopreservação (congelamento) de espermatozóides, se encontrados tornando possível o início do tratamento do casal com a certeza de existirem espermatozóides para o I.C.S.I. Outra forma é fazer a recuperação de espermatozóides conjuntamente ao tratamento, porém nestes casos é necessário informar ao casal que no caso de não se encontrarem espermatozóides, ou utiliza-se sêmen de doador para continuar o tratamento, ou perde-se todo o tratamento até então realizado.

A exploração testicular é realizada em centro cirúrgico anexo ao laboratório de manipulação de gametas, sob anestesia local associada a anestesia geral. Durante o procedimento procura-se mapear o testículo na tentativa de encontrar um foco de produção de espermatozóides que serão utilizados para injetar os oócitos ou serem congelados para uso posterior.

Em qualquer momento da realização da exploração testicular o material obtido após ser examinado no laboratório de manipulação de gametas é encaminhado para anátomo patológico para estabelecimento do padrão celular dos testículos e eventuais doenças associadas (neoplasia)  (+ info)

Engravidar mesmo com Azoospermia?


Meu noivo tem azoospermia, que é ausencia de espermatozoides. Vcs já viram alguma mulher engravidar nessa situação, mesmo que por milagre?
Eu não traí meu noivo gente, pelo contrário...quero ter um filho com ele!!!
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Azoospermia mesmo, ou baixa produção?
A Azoospermia é ausência total. Mas existem dois tipos, a obstrutiva e a não-obstrutiva. A não obstrutiva é a falta de produção de espermatozóides. A obstrutiva, o testículo produz, mas não chega a uretra ( a vasectomia ou mesmo má-formação).
Verifique o tipo dele, se houver produção, ou conserta a má-formação ou em vitro, você poderá ter um filho dele.  (+ info)

algum tratamento para azoospermia me ajudem?


infertilidade masculina
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Tratamento da azoospermia obstrutiva: em geral, o tratamento é cirúrgico, objetivando a desobstrução das vias seminais.



Principais cirurgias:

Vasovasoanastomose microcirúrgica: empregada para desobstrução dos dutos deferentes (em especial após vasectomia ou ligadura iatrogênica dos deferentes). A técnica microcirúrgica deve ser realizada preferencialmente com microscópio cirúrgico. Uma vez identificados e isolados os cotos deferenciais, pode-se utilizar duas técnicas mais comuns para reanastomose:



Plano único: são passados 6 a 8 pontos de nylon 9-0, envolvendo todas as camadas do deferente, complementadas com 6 a 8 pontos na camada seromuscular, nos intervalos entre os pontos totais;



Dois planos: são passados 3 a 4 pontos na camada mucosa dos cotos, utilizando-se nylon 10-0; a seguir, são passados 6 a 8 pontos na camada seromuscular, utilizando-se mononylon 9-0; as taxas de sucesso dependem diretamente da habilidade do cirurgião (prática microcirúrgica) e inversamente ao tempo entre a obstrução e a reversão, devido ao aumento da produção de anticorpos anti-espermatozóides com o passar do tempo. Num intervalo de até 5 anos, observa-se patência ao redor de 80% e gravidez espontânea (no prazo de 1 ano) ao redor de 60%. Entre 5 e 10 anos, a taxa de patência situa-se ao redor de 65% e gravidez de 40 a 50%. Em intervalos superiores a 10 anos, as taxas caem progressivamente. A chance de gravidez espontânea em reversões acima de 15 anos é inferior a 30%.



Pacientes com análise seminal normal após a reversão microcirúrgica apresentam 65 a 70% de chance de engravidar a parceira.



Vasoepididimoanastomose microcirúrgica: Utilizada em casos de obstrução epididimária (em especial devido à infecção) e nos pacientes que apresentaram ausência de líquido seminal pelo coto proximal durante a vasovasoanastomose. As vasectomias com mais de 8 anos apresentam chance de obstrução epididimária concomitante de 30%. A técnica cirúrgica sempre deve utilizar o microscópio cirúrgico, por tratar-se de técnica difícil e que exige treinamento e experiência para obtenção de resultados.



Anastomose término-terminal: disseca-se um túbulo epididimário engurgitado, que será aberto, e anastomosado ao coto deferencial através de pontos totais de mononylon 10-0, evitando-se tensão entre as estruturas. Ao se abrir o túbulo epididimário, é importante comprovar-se a presença de espermatozóides. Se possível, deve-se criopreservar os espermatozóides colhidos nesse momento. Técnica preferencial para obstrução epididimária próxima ao deferente.



Anastomose término-lateral: é a técnica de escolha. Abre-se uma janela na adventícia, expondo-se os túbulos epididimários. Um único túbulo engurgitado é exposto, e cuidadosamente dissecado, retirando-se uma elipse da parede do túbulo. O líquido seminal é analisado e criopreservado. No caso de ausência de espermatozóides, deve-se abordar outro túbulo, situado mais cranialmente no epidídimo. A porção terminal do deferente é então aproximada da janela. Realiza-se anastomose término-lateral com pontos de mononylon 10-0. Uma segunda camada de sutura entre a adventícia do deferente e o túbulo epididimário é realizada com mononylon 9-0. Alternativamente pode se realizar a técnica de intussuscepção, que invagina o túbulo epididimário na luz do deferente.



Em ambas as técnicas deve-se procurar anastomosar túbulos epididimários o mais caudalmente possível. A anastomose na região cranial implica em espermatozóides menos maduros. O surgimento de espermatozóides no ejaculado pode ocorrer em até 1 ano após a cirurgia. Em 10 a 20% dos casos ocorre reobstrução após 6 meses, recomendando-se a criopreservação.



Ressecção dos dutos ejaculadores: Em casos de obstrução total ou parcial dos dutos ejaculadores, utiliza-se a ressecção ou incisão transuretral dos canais ejaculadores, junto ao veromontanum. O procedimento é realizado por via endoscópica com alça de ressecção ou faca de Collins nas regiões laterais ao veromontanum, até se observar a saída de líquido seminal. Pode-se injetar azul de metileno nas vesículas seminais (com o auxílio de ultra-som) para facilitar a visibilização do líquido seminal, durante a ressecção. Novamente, o sucesso da técnica depende da experiência do cirurgião.



Atualmente, inúmeras técnicas cirúrgicas para obtenção de espermatozóides têm sido empregadas para pacientes com azoospermia obstrutiva, cujo tratamento cirúrgico não é possível (por exemplo, em casos de agenesia dos deferentes/vesículas seminais, falha de reversão da vasectomia ou de vasoepididimoanastomose, intervalo entre a vasectomia e desejo de nova gravidez superior a 10 anos, etc...). Os espermatozóides assim obtidos são utilizados em programas de reprodução in vitro, para injeção intracitoplasmática (ICSI – intracytoplasmatic sperm injection). Em geral, na fertilização in vitro (FIV) utilizando ICSI, as taxas de gravidez são quase que exclusivamente dependentes da fertilidade da parceira. Ao se decidir por FIC/ICSI ou reversão microcirúrgica, deve-se observar o tempo de intervalo entre a vasectomia e a reversão e a idade da esposa. As melhores chances são observadas em mulheres com menos de 35 anos.  (+ info)

Azoospermia tem cura?


Olá,andei um pouco sumida, mas agora voltando com uma grande dúvida!
Depois de muito tempo tentar engravidar sem sucesso, resolvemos que meu marido deveria fazer um espermograma,mesmo já tendo um filho de um relaciomento anterior, e para nossa surpresa, o exame deu azoospermia, que é a ausência de esperma no semen, ele vai levar para o urologista,mas um monte de dúvidas rondam a nossa cabeça,será que o filho não é dele?será que isso tem cura? se alguém já passou por isso,ou conhece alguém que tenha passado,por favor me ajude!! um grande beijo à todos!!
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O tratamento depende da causa. Na vasectomia, dependendo da avaliação de alguns fatores do casal, deve ser feita a reversão da vasectomia (vaso-vaso anastomose microcirúrgica) como primeira opção.

Os resultados da cirurgia dependem do tempo da realização da vasectomia (melhor até 15 anos), da experiência do cirurgião e da técnica utilizada na cirurgia (com ou sem microscópio).

A técnica recomendada é a microcirúrgica que utiliza o microscópio para auxílio na anastomose do deferente.

Nos casos de falha na reversão da vasectomia, na impossibilidade de tratamento cirúrgico (ACBVD) ou da opção do casal por utilizar técnica de reprodução assistida, podemos recuperar espermatozóides através de uma punção no testículo ou epidídimo para ser utilizado em fertilização "in vitro"na técnica de Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóides (I.C.S.I). A punção é um procedimento realizado com anestesia local no dia da captação dos oócitos da esposa.  (+ info)

Eu tenho azoospermia,entao eu queria saber se tem reversao e qual o tipo de tratamento a ser feito.Espero resp


Fiz um exame de espermograma e deu ausencia de espermatozoides, nem um achei encrivel.Passei no medico de meu bairro e ele nao soube explicar,mas olhando o site eu cmparei e analizei que era "azoospermia" ,ja que o medico daqui nao sabe explicar resolvi fazer uma pergunta ao site.Outra coisa aos 8 anos fiz uma cirurgia porque um dos meus testiculos nao desceu.Entao a azoospermia tem reversao no meu caso ,e qual o tipo tratamento que eu devo fazer.Espero respostaporque iqual a maioria dos homens eu tenho vontade de ter um filho de ser pai um dia.Agradeço desde agora.Obrigado........................................
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Natanael, o seu problema quase que com certeza foi provocado durante a cirurgia a que você foi submetido na sua infância, durante a cirurgia provavelmente ocorreu uma ligadura dos canais deferentes, (vasectomia) pois a ausência total de espermatozóides só ocorre nesse caso.
Atualmente já foram desenvolvidas técnicas para a reversão de vasectomia, mas as chances de sucesso giram em torno de 80%. Procure um bom urologista e explique o seu problema para ele detalhadamente, leve o resultado do exame que você fez e ele poderá avaliar o seu caso bem melhor.

Boa sorte!!!  (+ info)

Se um homem tem azoospermia qual a probabilidade de seu irmão tambem ter?


Azoospermia congênita (de nascença)
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É a ausência completa de espermatozóides no ejaculado. Na maioria das vezes, esse problema pode ser resolvido e a gravidez pode ser conseguida, por meio de técnicas de reprodução assistida.

As causas de ANO são defeitos no controle da produção (hormonal), problemas no próprio testículo determinando alterações na produção dos espermatozóides ou problema na emissão do sêmen (ejaculação retrógrada). Com exceção da ejaculação retrógrada, em todas as outras causas existe uma alteração na produção de espermatozóides tornando o tratamento deste grupo de pacientes mais trabalhoso e complexo.

Não é uma doença hereditária.  (+ info)

O que é azoospermia? ?


Quanto tempo depois da vasectomia o homem fica liberado para ter relação sem se preocupar em engravidar a mulher?
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Ausencia de espermatozóide...  (+ info)

O que é azoospermia ñ obstrutiva? Tem cura?


A azoospermia é definida como ausência de espermatozóides no sêmen causada por obstrução das vias de saída dos espermatozóides (azoospermia obstrutiva - AO), por ausência de produção ou alteração da emissão (azoospermia não-obstrutiva - ANO).


Azoospermia Não-obstrutiva

As causas de ANO são defeitos no controle da produção (hormonal), problemas no próprio testículo determinando alterações na produção dos espermatozóides ou problema na emissão do sêmen (ejaculação retrógrada). Com exceção da ejaculação retrógrada, em todas as outras causas existe uma alteração na produção de espermatozóides tornando o tratamento deste grupo de pacientes mais trabalhoso e complexo.

A avaliação diagnóstica exige uma relação maior de exames que incluem avaliação hormonal, genética e eventualmente de exames de imagem.

O tratamento depende da causa porém com exceção da causa hormonal e da ejaculação retrógrada o casal necessitará da utilização de I.C.S.I.

O primeiro passo para o tratamento de pacientes sem causa identificável ou tratável, é saber se no testículo existem espermatozóides para serem utilizados no laboratório. No momento não existem exames que revelem esse dado com certeza e segurança, tornando a exploração testicular para recuperação de espermatozóides necessária.

A exploração ou mapeamento testicular pode ser realizada previamente ao tratamento, em ambiente de laboratório e associada à criopreservação (congelamento) de espermatozóides, se encontrados tornando possível o início do tratamento do casal com a certeza de existirem espermatozóides para o I.C.S.I. Outra forma é fazer a recuperação de espermatozóides conjuntamente ao tratamento, porém nestes casos é necessário informar ao casal que no caso de não se encontrarem espermatozóides, ou utiliza-se sêmen de doador para continuar o tratamento, ou perde-se todo o tratamento até então realizado.

A exploração testicular é realizada em centro cirúrgico anexo ao laboratório de manipulação de gametas, sob anestesia local associada a anestesia geral. Durante o procedimento procura-se mapear o testículo na tentativa de encontrar um foco de produção de espermatozóides que serão utilizados para injetar os oócitos ou serem congelados para uso posterior.

Em qualquer momento da realização da exploração testicular o material obtido após ser examinado no laboratório de manipulação de gametas é encaminhado para anátomo patológico para estabelecimento do padrão celular dos testículos e eventuais doenças associadas (neoplasia).

Espero ter ajudado!!!  (+ info)

Algum homem com azoospermia ñ obstruttiva consegiu ser pai biologico fazendo fertilização in vitro?


Azoospermia que eu saiba é ausência de espermatozóides, mas chei um site que fala um pouco mais, dê uma lida... dizem lá que é possível sim..
abraços

http://www.unifesp.br/grupos/rhumana/azoospermia.htm  (+ info)

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