FAQ - diabetes mellitus tipo 1
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Perssimed - gostaria de saber os resultados desse aparelho no controle de diabetes (tipo 1 e 2)?


Penso que se quer referir ao novo método aplicação da insulina ao diabético através de um cateter implantado no doente e que fornece a insulina necessária ao doente naquele momento já ouvi falar no método e acho que por agora aqui em Portugal vai ser apenas utilizado na diabetes tipo l....por ser dispendioso;não tenho ainda nenhum retorno da experiência mas quando tiver contarei, mas a meu ver é muitíssimo vantajoso veremos na pratica  (+ info)

qual a diferença de diabetes do tipo 1 e 2 ?


Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).
Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:

·Diabetes tipo I – o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina;
·Diabetes tipo II – as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;
·Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;
·Diabetes associados a outras patologias como as pancreatites alcoólicas, uso de certos medicamentos, etc.

Sintomas
Poliúria - a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);
·Aumento do apetite;
·Alterações visuais;
·Impotência sexual;
·Infecções fúngicas na pele e nas unhas;
·Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;
·Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;
·Distúrbios cardíacos e renais.

Fatores de risco
·Obesidade (inclusive a obesidade infantil);
·Hereditariedade;
·Falta de atividade física regular;
·Hipertensão;
·Níveis altos de colesterol e triglicérides;
·Medicamentos, como os à base de cortisona;
·Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);
·Estresse emocional

Recomendações
·O tratamento do diabetes exige, além do acompanhamento médico especializado, os cuidados de uma equipe multidisciplinar. Procure seguir as orientações desses profissionais;
·A dieta alimentar deve ser observada criteriosamente. Procure ajuda para elaborar o cardápio adequado para seu caso. Não é necessário que você se prive por toda a vida dos alimentos de que mais gosta. Uma vez ou outra, você poderá saboreá-los desde que o faça com parcimônia;
·Um programa regular de exercícios físicos irá ajudá-lo a controlar o nível de açúcar no sangue. Coloque-os como prioridade em sua rotina de vida;
·O fumo provoca estreitamento das artérias e veias. Como o diabetes compromete a circulação nos pequenos vasos sangüíneos (retina e rins) e nos grandes vasos (coração e cérebro), fumar pode acelerar o processo e o aparecimento de complicações;
·O controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol e triglicérides deve ser feito com regularidade;
·Medicamentos à base de cortisona aumentam os níveis de glicose no sangue. Não se automedique;
·O diagnóstico precoce é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Não minimize seus sintomas. Procure logo um serviço de saúde se está urinando demais e sentindo muita sede e muita fome.

Tratamento
O diabetes não pode ser dissociado de outras doenças glandulares. Além da obesidade, outros distúrbios metabólicos (excesso de cortisona, do hormônio do crescimento ou maior produção de adrenalina pelas supra-renais) podem estar associados ao diabetes.
O tipo I é também chamado de insulinodependente, porque exige o uso de insulina por via injetável para suprir o organismo desse hormônio que deixou de ser produzido pelo pâncreas. A suspensão da medicação pode provocar a cetoacidose diabética, distúrbio metabólico que pode colocar a vida em risco.
O tipo II não depende da aplicação de insulina e pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral. A doença descompensada pode levar ao coma hiperosmolar, uma complicação grave que pode ser fatal.
Dieta alimentar equilibrada é fundamental para o controle do diabetes. A orientação de uma nutricionista e o acompanhamento de psicólogos e psiquiatras podem ajudar muito a reduzir o peso e, como conseqüência, cria a possibilidade de usar doses menores de remédios.
Atividade física é de extrema importância para reduzir o nível da glicose nos dois tipos de diabetes.  (+ info)

Gostaria de saber sobre Diabetes tipo 1 e gravidez.?


Gravidez e Diabetes

Toda gravidez com diabetes, seja ele do tipo 1, tipo 2 ou gestacional, precisa ser bem acompanhada. São necessárias mais consultas ao obstetra, ao endocrinologista e ao nutricionista. Alguns aspectos dos tratamentos dos dois tipos de diabetes se assemelham, enquanto outros são diferentes. O Dr. Carlos Negrato, coordenador do Departamento de Diabetes Gestacional da SBD, explica as diferenças entre os dois tipos de gestação.

Diabetes Tipo 1 e Tipo 2

Segundo o Dr. Carlos, uma paciente que tenha diabetes antes de engravidar é aconselhada a fazer um planejamento. "Ela só deverá engravidar quando apresentar um ótimo controle glicêmico, que é avaliado pelos níveis de hemoglobina glicosilada. Eles devem ser menores que 6,1%, ou até 1% acima do valor máximo recomendado pelo laboratório onde o teste for realizado", esclarece o médico.

Dr. Carlos explica que, caso a gestante faça uso de hipoglicemiantes orais, eles deverão ser substituídos por insulina. Para quem já faz uso do hormônio, as doses deverão ser reajustadas se seu tratamento não estiver dentro de parâmetros considerados ótimos. "Existem, atualmente, vários grandes estudos mostrando a segurança e eficácia do uso de hipoglicemiantes orais, tais como a metformina e a glibenclamida, na gravidez. Porém, seu uso não é um consenso entre todas as entidades representativas de diabetes com peso internacional", afirma.

A mulher com diabetes só não deve engravidar quando tiver complicações severas, que poderiam piorar durante uma gestação. "Caso contrário, ela pode engravidar, mas deve receber orientação pré-concepcional, para que a gravidez apresente um controle metabólico o mais próximo possível de níveis considerados ótimos. Isso evita que, durante a fase de organogênese (formação dos órgãos do embrião), que ocorre em torno da sétima semana de gestação, os níveis glicêmicos não ofereçam riscos de malformações fetais", orienta Dr. Carlos.  (+ info)

DIABETES TIPO 1 CAUSA INFERTILIDADE AO HOMEM?


Já vi um tópico parecido, mas a resposta indicou só problemas de disfunção erétil. Não é esse o caso. Gostaria de saber é se meu marido, de 26 anos, diabético há 6, pode me engravidar. Estamos tentando a 3 anos e não conseguimos. Quem puder responder, agradeço muito!!!
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Quaisquer enfermidades ou condições clínicas, tanto congênitas quanto adquiridas, que atinjam o hipotálamo e/ou a hipófise, poderão comprometer a secreção normal dos seus hormônios, que, consequentemente, afetarão adversamente a função testicular. Portanto, no âmbito do hipotálamo/hipófise, doenças de origem genética, tumores, mal formações, inflamações, degenerações, traumatismos externos ou cirúrgicos, aneurismas, infartos, excesso de androgênios (hormônios masculinos) por uso de anabolizantes ou administrados terapêuticamente, doenças sistêmicas como diabetes, hipotiroidismo ou obesidade severa, desencadearão uma condição clínica chamada hipogonadismo, ou seja, função testicular diminuída ou abolida.


Homens que sofrem de diabetes têm agora uma razão a mais para manter a disciplina no tratamento. A infertilidade passou a figurar na lista de complicações relacionadas à doença, segundo uma pesquisa realizada na Queen University, de Belfast (Irlanda do Norte).

Segundo o estudo, além da quantidade de sêmen produzido por diabéticos ser menor, a doença danifica o material genético do esperma.  (+ info)

Tenho sop e diabetes tipo 1?


olá a todos, tenho 32 anos e estou a tentar engravidar a mais de 7 anos! ha pouco tempo recebi a noticia que tinha sop e era diabética tipo 1, quando recebi a noticia foi como me tivessem enterrado viva! de momento estou a tomar Glucophage 850mg ( metformin ) e gliclazide 60mg que e suposto ajudar a controlar os diabetes. mas ate agora nem engravidei nem controlei os diabetes, gostaria se me podem ajudar com alguma informação sobre isto!
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Gente eu quero ser policial militar ou civil mais tenho diabetes tipo 1, da uma resposta certa ai galera ??


tipo eu quero ser policia mais sera que minha diabete impede?
quem sober uma resposta que possa me ajuda me fala tomara que eu possa pq sempre sonhei ser policial valeu galera!!!!!
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O diabético e uma pessoa normal como qualquer outra, somente com uma deficiência num órgão (O pâncreas). Você pode concretizar o seu sonho de ser policial militar ou civil, mas por uma questão de precaução, já que tem de fazer uma injeção de insulina diária (de acordo com prescrição medica), deve optar por civil porque o militar poderia atrapalhar um pouco..
Confira isso com o seu medico assistente.
O Peyroteo, diabético do tipo 1, foi um dos melhores jogadores do futebol Português nos anos 50/60.  (+ info)

quem tem diabetes tipo 1 pode usar durateston?


Acredito que sim, a diabetes tipo 1 é a insulino dependente e o durateston é um farmaco para reposição hormônal de testosterona um não influencia na condição do outro. As duas substancias são comuns ao organismo não existirá problemas na interação da administração das duas.  (+ info)

tenho diabetes tipo 1 e estou com suspeita de pâncreas. a pâncreas pode vim da diabetes?


eu faso uso de insulina. nao tomo bebida alcoolica faz 1ano e 7meses por favor me ajude obrigada
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O diabetes é uma doença provocada exatamente pela deficiência no pâncreas em produzir insulina para metabolizar os açúcares que consumimos. Só um acompanhamento médico minuncioso poderá dizer se seu pâncreas está sofrendo alguma interferência da diabetes.  (+ info)

Minha sogra tem diabetes tipo 1,ela pode comer doces?


essa senhora come doces todos os dias tem pacotes de bala escondidos no armário, fora outras guloseimas. oque pode acontecer, se nem remédio pra isso ela toma? ah, ela tem 68 anos
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Sim, ela PODERIA se respeitasse a prescrição médica!!!

Tenho diabetes, também do tipo 1, e em uma pergunta aqui no yahoo falei do assunto, e a minha raiva por existirem tantos mitos acerca do açúcar:

http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=AlCft2GzjKpKhMiF5TcrgZPJ6gt.;_ylv=3?qid=20090526183753AAg2xy7

Qualquer pessoa que queira se aprofundar no assunto desta doença descobrirá que nada, nadica de nada é proibido ao diabético, o que é sensato, no entanto, é saber a quantidade de cada alimento que nosso organismo tolera sem ter sobrecaga de glicose. Lembrando, que quase tudo o que comemos (carboidratos em 100%, proteínas em 35%, lipídios em 10%) se transformam em glicose no sangue. Então se o diabético fizer uma contagem de carboidratos, aplicar a insulina ou tomar seus medicamentois orais, poderá sem problema algum desfrutar daquele delicioso bolo de chocolate.

Mas no diabetico tipo 1, geralmente, o corpo não produz quantidade significativa de insulina, hormonio inprecindível para levar a glicose a célula e fornecer a energia necessária, por isso ela não pode ficar sem as aplicações da insulina!!! Se ela precisa deste hormonio e não o aplica, certamente não viverá muito tempo, comendo ou não doces, ela pode morrer!!! Isso é muito sério, converse com sua sogra, ela precisa de tratamento adequado, e se ela o seguir, jamais ficará sem seus doces, isso eu garanto, e viverá normalmente, mesmo tendo que aplicar a insulina.

Eu não me privo de nada que eu goste, mas procuro ser prudente na minha alimentação, pois não é bom exagerar, e fazendo isto, com as aplicações de insulina, e as medições no aparelho que mede a glicose, chamado glicosímetro, consigo ter um bom controle glicemico. Para ter uma ideia, o normal antes da refeição é 90 mg/dL, a minha glicemia neste horário costuma ficar entre 70 e 90. Após a refeição, (entre 1 e 2 h depois), o normal é até 140 mg/dL, embora em diabéticos este índice costume ser superior, mas a minha glicemia depois do almoço dificilmente passa de 130. E eu como doce, quase todos os dias. Se sua sogra se cuidar melhor, verá como ela pode comer o que gosta, sem problemas, mas tem que ser rigido em algumas coisas, de início, para conseguir bons resultados, no começo foi muito difícil pra mim, e hoje já não é mais, isso é normal.

Espero ter ajudado você e sua sogra.
Forte abraço!  (+ info)

diabetes mellitus!!!?


gostaria de saber por que a diabetes mellitus tbm causa muita sede.
Valeu
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Aníssia,os sintomas do DM são decorrentes do aumento da glicemia e das complicações crônicas que se desenvolvem a longo prazo.
Os sintomas do aumento da glicemia são:
sede excessiva
aumento do volume da urina,
aumento do número de micções
surgimento do hábito de urinar à noite
fadiga, fraqueza, tonturas
visão borrada
aumento de apetite
perda de peso.
Luz no seu coração.Abraços.  (+ info)

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