FAQ - difteria
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Vacinar um dia antes de fazer hemograma contra difteria e tétano causa alterações?


Pode ser que sim, o melhor que vc tem a fazer é informar o seu médico sobre as vacinas e pedir a orientaçao sobre a repetiçaõ do exame.  (+ info)

Gostaria de saber quais são as intervenções imediatas da enfermagem para DIFTERIA?


Olá,


No site abaixo, você encontra as informações necessárias para o tratamento de Difteria:

Difteria
2.4 - Tratamento
http://www.campinas.sp.gov.br/saude/doencas/difteria/difteria_funasa_2_4.htm




Caso precise de mais informações, ou de uma busca avançada, cadastre sua pesquisa no site http://www.labas.com.br  (+ info)

Qual o tipo de isolamento para a difteria laríngea?


Essa doença é muito séria. Ela causa inchaço nas mucosas da boca e formação de uma membrana na parte superior da garganta, que logo alcança a laringe e as fossas nasais com sério risco de sufocação. A melhor opção é procurar um médico urgente pois além de ser altamente contagiosa pode matar.  (+ info)

Qual é o agente transmissor da difteria?


Por favor eu preciso fazer um trabalho de difteria... por isso aceito também os sintomas, tratamento e prevenção da difteria, mas o mais importante é o agente transmissor (não confunda: agente transmissor com agente causador) Obrigada
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Difteria

TEM TUDO!!!!! BOA SORTE  (+ info)

tomei a vacina contra difteria e tétano,tive febre posso tomar algum medicamento?


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Um individuo fez uso das vacinas DT(difteria e tétano) e Anti-Hepatite B no mesmo dia.?


Após quantos dias poderá ser aplicada a vacina DV(sarampo e rubéola). Tem alguma relação de efeitos adversos entre as mesmas?
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Nenhuma das duas é feita com virus vivo , então a principio não há problema.   (+ info)

febre alta dores musculares trombocitopenia leucopenia apos vacina tetano/difteria, efeito 2º ou coincidencia?


Eu não ficaria na dúvida, procure ajuda médica. boa sorte./  (+ info)

cuidados em caso de difteria?


quais sao os cuidados que devemos ter em caso de difteria?
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Difteria

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A difteria é uma infecção contagiosa que por vezes é mortal e que é provocada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae.

Há alguns anos, a difteria era uma das causas principais de morte infantil. Hoje em dia a difteria é muito pouco frequente nos países desenvolvidos, principalmente graças à vacinação maciça contra a doença. No entanto, as bactérias da difteria ainda existem no mundo e podem provocar surtos epidémicos se não se recorrer a uma ampla vacinação. O surto mais importante dos últimos 50 anos tem lugar actualmente na Rússia e noutros países da anterior União Soviética.

As bactérias da difteria encontram-se normalmente nas gotas de humidade que são expulsas com a tosse. Raramente as bactérias se podem propagar através de objectos ou de artigos do lar contaminados, como roupa ou brinquedos. Normalmente, as bactérias multiplicam-se na superfície ou perto das membranas mucosas da boca ou da garganta, onde provocam inflamação. Alguns tipos de Corynebacterium diphtheriae libertam uma toxina potente que pode provocar lesões no coração e no cérebro.

Sintomas

A infecção começa entre 1 e 4 dias depois da exposição às bactérias. Os sintomas costumam começar com uma inflamação ligeira na garganta e com dor ao engolir. Em geral, a criança tem alguma febre, uma frequência cardíaca acelerada, náuseas, vómitos, calafrios e dor de cabeça. Os gânglios linfáticos do pescoço podem inflamar-se. A criança pode ter muita mucosidade no nariz que, muitas vezes, só afecta um orifício nasal, se as bactérias se localizarem no nariz. A inflamação pode estender-se da garganta à caixa da voz (laringe) e pode provocar inchaço da garganta ao ponto de estrangular a via respiratória e dificultar a respiração.

Na maioria dos casos, as bactérias formam uma pseudomembrana (uma lâmina de material composto de glóbulos brancos mortos, bactérias e outras substâncias) perto das amígdalas ou noutras áreas da garganta. A pseudomembrana é áspera e tem uma cor cinzento-sujo. Se for extraída bruscamente, pode provocar-se uma hemorragia das membranas mucosas subjacentes. A pseudomembrana pode estreitar os canais respiratórios ou desprender-se de improviso e bloquear completamente a via respiratória, impedindo que a criança possa respirar (uma situação urgente). No entanto, algumas crianças com difteria ligeira nunca chegam a desenvolver uma pseudomembrana.

Se as bactérias libertarem uma toxina, esta pode disseminar-se pelo fluxo sanguíneo e danificar os tecidos de todo o corpo, sobretudo o coração e os nervos. A lesão do músculo cardíaco (miocardite) é normalmente muito grave entre o dia 10 e 14, mas pode ocorrer em qualquer momento entre a 1.ª e a 6.ª semanas. A lesão cardíaca pode ser ligeira e, nesse caso, pode manifestar-se só como uma anomalia menor no electrocardiograma, ou muito grave, ao ponto de provocar insuficiência cardíaca e morte súbita.

A toxina afecta geralmente certos nervos, como os da garganta, e provoca dificuldades em engolir. Estes nervos costumam ser afectados durante a primeira semana da doença. Entre a 3.ª e a 6.ª semanas podem inflamar-se os nervos dos braços e das pernas, provocando debilidade. O coração e os nervos recuperam lentamente ao longo de várias semanas.

A difteria pode afectar a pele (difteria cutânea). Embora seja mais frequente nos trópicos, a difteria cutânea também ocorre em alguns países desenvolvidos, particularmente em pessoas com falta de higiene que vivem em núcleos superpovoados (por exemplo, os sem-abrigo). Em casos muito raros a difteria afecta a vista.

Diagnóstico e tratamento

O médico pensa na difteria quando uma criança doente tem a garganta irritada e apresenta uma pseudomembrana. O diagnóstico pode ser confirmado tirando um espécime da membrana da garganta da criança com um hissope para fazer um cultura das bactérias.

A criança com sintomas de difteria é hospitalizada numa unidade de cuidados intensivos e recebe uma antitoxina (anticorpo que neutraliza a toxina da difteria que está a circular) logo que seja possível. No entanto, primeiro deve assegurar-se, mediante uma análise especial da pele, que a criança não é alérgica à antitoxina, que é fabricada com soro de cavalo. Uma criança alérgica à antitoxina primeiro deve ser dessensibilizada. Para isso, começa-se com doses muito pequenas de antitoxina e, progressivamente, vão sendo aumentadas.

Na unidade de cuidados intensivos, o médico e as enfermeiras confirmam que a respiração não está obstruída e que o coração funciona de forma satisfatória. Depois são administrados antibióticos, como penicilina ou eritromicina, para erradicar as bactérias da difteria.

A recuperação depois de uma difteria grave é lenta e uma criança com a infecção deve evitar retomar as suas actividades demasiado rapidamente, pois até o exercício físico normal pode provocar dano a um coração inflamado.

Prevenção

As crian  (+ info)

o que a enfermagem ajuda na cura da difteria??????


conceitos da enfermagem na cura da difteria!quais são esses conceitos?????
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Apenas nos cuidados e administração de remédios que o médico passa para o paciente.

@  (+ info)

As seguintes doenças apresentam hospedeiro intermediário e vetor?


Cólera, Tétano, Difteria, Botulismo, Gonorreia, Sífilis, Lepra e Gastrenterite??

Obrigada!!
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Amiga, isso é um trabalho escolar, não é?
Pra aprender, a gente precisa se interessar, correr atrás, pesquisar.
Coloque no google que você conseguirá, no texto, localizar as informações que precisa. Ou vá a uma Unidade de Saúde na cidade onde você mora, eles fornecerão cartilhas explicativas para algumas dessas patologias, inclusive para que você divulgue, o que enriquecerá o seu trabalho.

Boa sorte!  (+ info)

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