FAQ - esclerodermia localizada
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Porque pessoas com esclerodermia não podem se espor a friagem o que realmente causa?


E porque não se pode tirar cuticulas das unhas, o que causa se esposto a frigem e se tirar as cuticulas?
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A esclerodermia localizada não é uma doença fatal. A esclerose sistêmica ou esclerodermia é uma doença reumática auto-imune
emedix.com.br/doe/reu012_1f_esclerosesist.php  (+ info)

Quem sofre de esclerodermia pode requerer auxílio doença?


Minha mãe, casada, mais de 60 anos nunca contribuiu para o INSS e está com esclerodermia, e vários problemas decorrentes da doença a mais de um ano. Ela pode requerer o auxílio doença?
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SE ELA NUNCA CONTRIBUIU, NAO.  (+ info)

Gostaria de saber se a esclerodermia é hereditária e se é comum em crianças ?


Saiba TUDO sobre esse mal.

. O que é esclerodermia?

Em crianças os arranhões e machucados nas pernas, braços ou até mesmo no tronco são muito comuns. Entretanto, às vezes aparecem algumas “manchinhas” na pele que não desaparecem. Pois é, a esclerodermia (palavra que significa “pele dura”) é uma dessas lesões que pode aparecer em qualquer lugar do corpo, sendo às vezes mais escura do que a pele normal, e às vezes mais clara. Conforme a lesão vai aumentando, o que sempre acontece, podemos perceber que a pele é um pouco mais endurecida.

2. É uma doença freqüente? Qual a sua causa?


Em adultos estima-se uma incidência de 20 casos novos para cada 1 milhão de pessoas e o início na infância ocorre em menos de 10% dos casos. As mulheres são mais acometidas em uma relação de 3 para 1. É uma doença inflamatória crônica e a sua causa é desconhecida.

3. A esclerodermia é hereditária?

Não, a doença pode raramente ocorrer em outros membros da família, mas não tem caráter hereditário.

4. Essas manchas causam dor local? Coçam?


Essas lesões são indolores, não coçam e podem ter o aspecto arredondado (ao qual chamamos de lesão em placa ou morféia) ou atingir extensões maiores de um membro, formando trajetos que desenham uma linha e por isso, são chamadas lesões lineares. Essas alterações da pele podem ser únicas ou múltiplas e devem ser vistas pelo pediatra ou dermatologista que são os profissionais que geralmente recebem essas queixas dos pacientes.

5. Como saber se uma mancha na pele é esclerodermia?


O diagnóstico de certeza é feito através de uma pequena biópsia da lesão que pode ser realizada em qualquer idade pelo dermatologista. Essa forma de doença é chamada de ESCLERODERMIA LOCALIZADA, porque ela não causa alteração nos órgãos internos. Mas para sabermos se ela é mesmo localizada, precisamos fazer uma série de avaliações através de exames de sangue, algumas radiografias e outros exames mais especializados.

6. Existe outra forma de esclerodermia?


Existe uma outra forma da doença que chamamos de ESCLEROSE SISTÊMICA, que é uma esclerodermia mais difusa. A pele nem sempre apresenta manchas, mas apresenta-se com um aspecto endurecido que às vezes se assemelha ao aspecto do couro e também pode mudar de tonalidade. Pode começar com um endurecimento da pele do rosto, das mãos, da parte superior do tronco. É aí que entra o reumatologista pediátrico que é o profissional habilitado para tratar e orientar o diagnóstico e as condutas caso a caso. A esclerodermia localizada pode ocorrer em qualquer idade sendo mais comum na criança do que no adulto apesar de ser uma doença rara. A forma sistêmica da doença é muito mais rara na infância e geralmente começa após os 10 anos de idade.

7. Que outras alterações podem estar presentes?


Outras queixas comuns são: a perda de pelos no local das manchas, a diminuição das pregas normais da pele também pode ser notada. Às vezes os pais notam que a criança quase não transpira e pode ter também uma intolerância ao calor ou ao frio.

8. O frio faz mal?


Na esclerodermia existe um problema vascular (nos vasos sangüíneos) e por isso o sangue tem dificuldade de chegar às extremidades do corpo (pontas dos dedos das mãos e pés, orelhas, nariz). Com isso, a criança pode apresentar essas regiões arroxeadas como se estivesse sempre com frio, até mesmo nos dias quentes. Esse quadro piora com a exposição ao frio e por isso, as extremidades devem estar sempre agasalhadas.

9. Qual é o tratamento?


O tratamento varia de criança para criança, pois vai depender de qual tipo de doença ela apresenta, da idade, da extensão e gravidade do quadro.
Para as formas localizadas pode-se usar medicação tópica, mas geralmente são necessárias outras medicações por via oral. Os medicamentos mais utilizados são os corticóides (prednisona e prednisolona) e o metotrexato, sendo este último de uso prolongado. Pode ser prescrito por via oral ou injetável e é administrado uma vez por semana. Recomenda-se o uso do ácido fólico concomitante ao uso do metotrexato. As formas sistêmicas da doença irão necessitar de medicamentos para limitar a evolução da doença e o acometimento de órgãos internos. Além do uso dos corticóides e do metotrexato podem ser necessários outros imunossupressores, como a azatioprina e a ciclofosfamida. Podem ser utilizadas medicações vasodilatadoras para diminuir os fenômenos vasculares (arroxeamento das extremidades e outros órgãos).

10. A criança pode levar uma vida normal? Correr, jogar bola?


A forma mais comum da doença na infância é a localizada e geralmente a criança leva uma vida normal, sem restrições. Nos casos de esclerose sistêmica deve-se evitar os extremos de temperatura e ter cuidados especiais com a pele, usando hidratantes e filtro solar e evitar traumas na pele que podem causar demora na cicatrização.

11. A fisioterapia é necessária?


Os exercícios localizados podem ser indicados quando as lesões se estendem sobre as articulações e diminuem a amplitude do movimento. Se a junta não for mobilizada pode ocorrer uma contratura com limitação dos movimentos. A fisioterapia respiratória também pode ser necessária nos casos de doença sistêmica.

12. Quem trata essa doença: o reumatologista ou o dermatologista?


O profissional ideal para tratar essa doença é aquele que tem experiência, pois não são todos os médicos que conhecem bem a doença e as medicações recomendadas para o seu tratamento. O reumatologista pediátrico é, geralmente, o profissional mais experiente no manuseio desses pacientes.





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Quais os efeitos da predisona e da cloroquina em pacientes com esclerodermia ?


E quais os exames que devem ser feito para o acompanhamento da evolução da doença?
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Amiga, a esclerodermia é uma doença auto-imune ainda de mecanismo desconhecido e para ela propriamente não há tratamento nem cura. Todo o tratamento é direcionado aos sintomas e tanto a Prednisona (antiinflamatório corticoide) quanto a Cloroquina são direcionados aos sintomas artríticos. O acompanhamento da evolução da doença é essencialmente clínico. Boa sorte.  (+ info)

O líquen plano hipertrófico tem alguma relação com a esclerodermia?


sim, um sendo conseqüência direta do outro. boa sorte./  (+ info)

Pode ser feito tatuagem em pele que esteja com pequena mancha de esclerodermia?


A esclerodermia é uma condição do colágeno, que fica por baixo da pele e dá sustentação e nutrição. As alterações superficiais na pele não devem ser mascaradas com tatuagens, o que agrava o problema. A esclerodermia pode ser sistêmica ou localizada, e ambas são raras. Você deve se consultar com um dermatologista para ficar mais tranquila, ok? abraços, saúde e paz!  (+ info)

cirurgia plástica pode disfarçar manchas de esclerodermia morféia?


gostaria que alguém que entendesse de plástica ou de doenças dermatológicas respondessem a essa pergunta
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Sugestões:

· Pense sobre seus recursos: as pessoas que se importam com você; seus talentos e habilidades; informações disponíveis que possam auxiliar a compreender o que está acontecendo com você; crises com as quais você se defrontou no passado e venceu.
· Pense sobre suas opções: aprender sobre a sua doença e saber como conviver com ela; encontrar outras pessoas com esclerodermia que estejam evoluindo bem; conversar com alguém que possa ajudá-lo a enfrentar sua doença.
· Pense sobre as conseqüências de não tentar se ajudar: preocupação e dor crescentes; incapacidade progressiva; depressão crescente.

Raiva e depressão

Após compreender as implicações que o seu diagnóstico traz sobre a sua vida, você pode ficar furioso. Realmente furioso, e deprimido, ao mesmo tempo. Algumas pessoas descrevem uma alternância entre estes dois sentimentos, uma sensação realmente confusa. Este é o próximo passo na compreensão das alterações que estão ocorrendo, e não é uma fase fácil de atravessar, tanto para você quanto para as pessoas próximas a você. Mas ela é necessária, e tanto quanto você puder, atravesse esta fase com os olhos bem abertos. A raiva pode ser uma emoção muito vigorosa. É durante esta fase que os pacientes referem que:
· Encontram e se juntam a grupos de apoio;
· Encontram um médico que sabe como tratar a esclerodermia;
· Procuram informações que possam lhes ser úteis nas livrarias e na internet.

A depressão pode, por sua vez, tornar as pessoas mais lentas. Alguns pacientes referiam uma sensação negativa sobre tudo, uma piora dos sintomas físicos, e sensação de desesperança bem como uma diminuição na sua energia. Tornar-se medroso também é comum. Esta é a fase durante a qual um conselheiro (preferencialmente alguém que tenha experiência em auxiliar as pessoas a lidar com doenças crônicas e incapacitantes) pode ser útil.  (+ info)

Pessoa q tem esclerodermia deve ter uma alimentação restrita?


A pessoa tem que seguir uma dieta, como deixar de comer certos alimentos, incluir outros na dieta, eis aí a minha duvida!
Obrigado desde já!
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Oi colega!

Dá uma olhadinha aqui:

http://www.printo.it/pediatric-rheumatology/information/Brasil/4.htm

Boa sorte!  (+ info)

porque o uso de metrotexate é indicado em pacientes em tratamento de esclerodermia?


Pela natureza auto-imune da esclerodermia, qualquer medicação imunomoduladora como o Metotrexato (MTX), corticóides e etc. pode diminuir os sintomas da doença. Mas infelizmente ainda não há cura.  (+ info)

Pessoas com esclerodermia sofrem queda de cabelo? Isso ocorre por causa da doença ou por causa do tratamento?


As pessoas que sofrem dessa enfermidade, passam a fazer tratamento que nada tem a ver com a queda de cabelo. Portanto, a queda de cabelo está diretamente ligada à doença.  (+ info)

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