FAQ - faringite
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Amigos, foi diagnosticado refluxo que traduz-se em faringite recorrente. Tensão, ansiedade, hérnia de hiato...?


O que fazer, alimentos não ácidos, terapias alternaivas ? O que fazer...
Muitíssimo obrigado.
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Omeprazol ou Antak(ranitidina).
Se vc quer métodos naturais ,experimente suco de batata ou suco de couve crua.

Mas ainda sou mais o omeprazol em jejum,com 1/2 copo d'água.Espere 1/2 hora para tomar o café da manhã.Ajuda e muito.Meu irmão tem tudo iguala vc e toma há anos.  (+ info)

Quais são os principais sintomas da Faringite?


Estou com muita duvida me ajudem !!!!
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FARINGITE

A faringite é uma inflamação da garganta (faringe) normalmente causada por um vírus, mas também comumente causada por bactérias.

A faringite pode ocorrer em infecções virais (p.ex., resfriado comum, gripe e mononucleose infecciosa) e em infecções bacterianas (p.ex., faringite estreptocócica) e por doenças sexu-almente transmissíveis (p.ex., blenorragia [gonorréia]).

Os sintomas, que incluem a dor de garganta e a dor à deglutição, são semelhantes tanto na faringite viral quanto na bacteriana. Em ambas, a membrana mucosa que reveste a faringe pode estar discreta ou intensamente inflamada e recoberta por uma membrana esbranquiçada ou uma secreção purulenta. A febre, o aumento dos linfonodos do pescoço e o aumento da contagem de leucócitos no sangue caracterizam tanto a faringite viral quanto a bacteriana, mas podem ser mais prondunciados na forma bacteriana.
Tratamento

Os analgésicos comuns, as pastilhas para a garganta ou o gargarejo com água morna e sal podem aliviar o desconforto da garganta, mas a aspirina não deve ser utilizada em crianças e adolescentes com menos de 18 anos devido ao risco da síndrome de Reye. Os antibióticos não são úteis quando a infecção é viral, mas podem ser prescritos quando o médico suspeita fortemente que a infecção é de origem bacteriana.

Caso contrário, nenhum antibiótico é administrado até os exames laboratoriais confirmarem um diagnóstico de faringite bacteriana. Quando os exames indicam que a faringite é causada por uma infecção estreptocócica (faringite estreptocócica), o médico prescreve a penicilina, normalmente sob a forma de comprimidos, para erradicar a infecção e prevenir complicações como a moléstia reumática (febre reumática). Os indivíduos alérgicos à penicilina devem utilizar a eritromicina ou um outro antibiótico.
Dois Tipos de Faringite
Faringite Viral Faringite Bacteriana
Usualmente, não há secreção purulenta na garganta Secreção purulenta na garganta muito comum
Febre baixa ou ausência de febre Febre leve a moderada
Contagem de leucócitos normal ou discretamente elevada Contagem de leucócitos no sangue discreta a moderadamente elevada
Linfonodos normais ou discretamente aumentados Linfonodos discretamente a moderadamente aumentados
Exame do swab da garganta negativo Exame do swab da garganta positivo para a faringite estreptocócica
Ausência de crescimento de bactérias na cultura laboratorial Crescimento bacteriano na cultura laboratorial

Fonte: www.msd-brazil.com
FARINGITE

A faringite é uma inflamação da faringe (área da garganta que está situada entre as amígdalas e a laringe). A doença pode tanto ser o primeiro sintoma de um simples resfriado quanto de um problema mais grave, como uma virose chamada mononucleose, muito comum em crianças.
Sintomas

Os sintomas da faringite são a sensação de "garganta arranhada", febre, pus na garganta, dor de ouvido e dificuldade para engolir.
Agentes

A faringite que acontece subitamente, tamém chamada de "faringite aguda", pode ser causada por bactérias ou por vírus. Já a faringite que dura um longo tempo, chamada de "faringite crônica", ocorre quando uma infecção se "espalha" de outro lugar (como o nariz) para a faringe.
Prevenção

Não fumar, não permanecer em ambientes poluídos, não dividir copos e talheres.
Complicações

A doença pode evoluir para infecções mais graves, como a meningite.
Tratamentos

Deve ser prescrito por um médico, e inclui analgésicos, pastilhas, anti-térmicos e, eventualmente, antibióticos.

Fonte: www.terra.com.br
FARINGITE

A faringite é uma doença inflamatória da mucosa que reveste a faringe e que se manifesta por avermelhamento e inchação da mesma.

Esta afecção freqüentemente se estende também às amígdalas, denominando-se faringoamigdalite.

Em geral, é uma infecção viral que começa o ataque, predispondo a colonização e infecção por bactérias.

Os vírus implicados com maior freqüência são os rinovírus, coronavírus, adenovírus, influenza e parainfluenza.

Entre as bactérias destacam-se o estreptococo beta-hemolítico, o pneumococcus, o mycoplasma pneumoniae, o staphylococcus aureus e o haemophilus influenzae.

A porta de entrada é a oral, pela veiculação dos agentes causadores através das gotinhas de flügge, isto é, salpicos de saliva que as pessoas eliminam ao falar, tossir ou espirrar.

A faringoamigdalite é uma das infecções mais comuns em crianças entre os 4 e os 15 anos de idade, sobretudo nos primeiros anos escolares.
QUADRO CLÍNICO

As faringites de origem viral predominam no outono e no inverno. Chamadas habitualmente de angina vermelha, começam com um quadro febril, mal-estar geral, ardor na garganta e dor ao engolir. Ao inspecionar a boca, observa-se sua parte posterior congestionada e de cor vermelha intensa.

Nas de origem bacteriana, o quadro começa subitamente com irritação na garganta, dor e dificuldade para engolir, febre de 38,5 a 39,5 graus centígrados, náuseas e vômitos, dores de cabeça e, em  (+ info)

Faringite leva a morte ?


Olá Pessoal ..
Queria saber se faringite leva a morte!
Obg!
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Sim, há um tipo especifico que pode causar morte.

Porém, as vezes em outros tipos da doença o que leva a morte são complicações decorrentes da faringite não tratada ou problemas durante o tratamento.


As infecções estafilocócicas são aquelas causadas pelos estafilococos, os quais são bactérias Gram-positivas comuns. Normalmente encontrados no nariz e na pele de 20 a 30% dos adultos sadios (e menos comumente na boca, nas glândulas mamárias e nos tratos genitourinário, intestinal e respiratório superior), os estafilococos na maioria das vezes não são nocivos. Contudo, uma solução de continuidade da pele ou uma outra lesão pode permitir que as bactérias atravessem as defesas do organismo e causem uma infecção. Os indivíduos propensos a infecções estafilocócicas incluem os recém-nascidos, as mulheres em período de lactação, os indivíduos com doenças crônicas (especialmente aqueles com doenças pulmonares, diabetes e câncer), aqueles com doenças dermatológicas e incisões cirúrgicas e aqueles com supressão do sistema imunológico causada pelo uso de corticosteróides, radioterapia, drogas imunossupressoras ou drogas antineoplásicas.

Sintomas

Os estafilococos podem infectar qualquer local do corpo e os sintomas dependem da localização da infecção. A infecção pode ser leve ou potencialmente letal. Comumente, as infecções estafilocócicas produzem bolsas cheias de pus, como abcessos e furúnculos. Os estafilococos podem circular através do sangue e provocar a formação de abcessos em órgãos internos (p.ex., pulmões), assim como infecções ósseas (osteomielite) e do revestimento interno do coração e de suas válvulas (endocardite).

Os estafilococos tendem a infectar a pele. Os abscessos estafilocócicos cutâneos aparecem como bolsas subcutâneas cheias de pus e quentes. Normalmente, essas bolsas rompem como uma grande pústula e permitem o extravasamento do pus sobre a pele, onde pode ocorrer uma nova infecção caso não seja realizada uma limpeza adequada da área. Os estafilococos também podem causar celulite, uma infecção que se dissemina sob a pele. Geralmente, os furúnculos também são causados por estafilococos.

Duas infecções estafilocócicas cutâneas particularmente graves são a necrólise epidérmica tóxica e a síndrome da pele escaldada, ambas acarretando uma descamação extensa da pele. Os recém-nascidos podem apresentar infecções cutâneas estafilocócicas, geralmente nas 6 semanas que sucedem o nascimento. O sintoma mais comum é a formação de grandes bolhas que contêm um líquido transparente ou pus localizadas nas axilas, na virilha ou nas pregas cutâneas do pescoço.

As infecções estafilocócicas mais graves podem causar a formação de muitos abcessos cutâneos, descolando grandes áreas de pele, infeccões do sangue e das membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal (meningite) e pneumonia. As mulheres em período de lactação podem apresentar infecções estafilocócicas das mamas (mastite) e abcessos 1 a 4 semanas após o parto. Essas infecções freqüentemente são contraídas pelo lactente no berçário do hospital e transmitidas à mama da mãe durante a amamentação.

A pneumonia estafilocócica é uma infecção grave. Os indivíduos com doenças pulmonares crônicas (p.ex., bronquite crônica e enfisema) e aqueles com gripe apresentam um maior risco. A pneumonia estafilocócica freqüentemente produz febre alta e sintomas pulmonares graves (p.ex., dificuldade respiratória, respiração rápida e tosse que causa expectoração que pode ser sanguinolenta). Nos recém-nascidos e, algumas vezes, nos adultos, a pneumonia estafilocócica pode produzir abcessos pulmonares e a infecção da pleura (membrana que reveste os pulmões).

A infecção, denominada empiema torácico, piora a dificuldade respiratória causada pela pneumonia. Embora uma infecção estafilocócica do sangue (bacteremia estafilocócica) freqüentemente seja decorrente de uma infecção estafilocócica localizada em outra parte do corpo, ela normalmente é devida a um dispositivo intravenoso infectado (p.ex., um cateter), que permite o acesso direto dos estafilococos à corrente sangüínea. A bacteremia estafilocócica é causa comum de morte de indivíduos com queimaduras graves. Normalmente, a bacteremia causa febre alta e persistente e, às vezes, choque.

A presença de estafilococos na corrente sangüínea podem acarretar uma infecção do revestimento interno do coração e de suas válvulas (endocardite), especialmente em usuários de drogas injetáveis. A infecção pode lesar rapidamente as válvulas, acarretando insuficiência cardíaca e morte. A osteomielite (infecção óssea) afeta sobretudo as crianças, apesar dela também poder afetar os indivíduos idosos, especialmente aqueles que apresentam úlceras cutâneas profundas (úlceras de decúbito).

A osteomielite causa calafrios, febre e dor óssea. Sobre o osso infectado, ocorre o surgimento de hiperemia (rubor) e edema e pode ocorrer acúmulo de líquido no interior das articulações próximas das áreas invadidas por bactérias. O loca  (+ info)

Faringite causa tosse?


desde ontem a minha garganta está inflamada, to tossindo muito, e parece que arranha a garganta quando eu como alguma coisa, pode ser faringite?
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sim,


A laringite é uma inflamação da laringe.

A causa mais comum de laringite é uma infecção viral das vias aéreas superiores (p.ex., resfriado comum). A laringite também pode acompanhar a bronquite, a pneumonia, a gripe, a coqueluche (pertussis), o sarampo, a difteria ou qualquer inflamação ou infecção das vias aéreas superiores. O uso excessivo da voz, reações alérgicas e inalação de irritantes (p.ex., fumaça de cigarro) podem causar uma laringite aguda (de curta duração) ou crônica (persistente).

Normalmente, uma alteração incomum da voz (p.ex., rouquidão ou mesmo perda da voz) é o sintoma mais notável. A garganta pode coçar ou doer e o indivíduo pode sentir uma necessidade constante de limpar a garganta. Os sintomas variam de acordo com a gravidade da inflamação. Febre, mal-estar generalizado, dificuldade de deglutição e dor de garganta podem ocorrer nas infecções graves. O edema (inchaço) da laringe pode tornar a respiração difícil. Utilizando um pequeno espelho similar ao utilizado por dentistas, o médico observa uma hiperemia leve a intensa do revestimento da laringe, o qual também pode estar edemaciado.

O tratamento da laringite viral depende dos sintomas. O repouso da voz (evitando de falar ou sussurando) e a inalação de vapor aquecido aliviam os sintomas e ajudam na cura das áreas inflamadas. O tratamento da bronquite, quando presente, pode melhorar a laringite. Um antibiótico oral pode ajudar quando a infecção é causada por bactérias.  (+ info)

Será que é faringite de novo?


No começo do ano me vi com uma grande crise de faringite...
Tudo começou no natal do ano passado, quando percebi que havia um pequeno sangramento na gengiva (não sei se tem a ver, mas enfim...) Fui a dentista no começo do ano e ela constatou que poderia ser uma infecçãozinha por causa do dente do ciso, eu teria que extrair dois. Tudo bem então... Fiz limpeza para melhorar a gengiva, comprei anti-séptico, etc.
Marcamos um retorno para depois de umas duas semanas.

Mas o pior estava por vir...

Há menos de uma semana, minha garganta doía horrores, eu mal podia falar e engolir, respirar doía e etc.
Então levantei cedo numa sexta-feira e resolvi olhar no espelho...Levei um susto ao ver que havia uma enorme 'coisa' branca na minha garganta.
Entrei em panico e como era sexta-feira, não estava afim de passar o fim de semana com aquele negócio na garganta.
Pesquisei por um bom tempo na internet e descobri que podia ser uma placa de pus (enorme e horrível!).
Depois, da placa de pus fui a descobrir que podia ser amigdalite (mas eu não tenho amídalas - retirei ainda pequena) então, mas algum tempo de google e cheguei a conclusão que era uma faringite bacteriana.

No mesmo dia fui a minha dentista, ela também se assustou e me encaminhou a um otorrino, junto com uma receita de uns 4 remédios.
A tarde cheguei à consulta, ele olhou e confirmou o que eu já suspeitava: era uma faringite com pus e tudo mais. Minha garganta estava beeeeem fechada, então passei no mercado e comprei um monte de danone, iogurte, etc. Como a coisa é ruim mesmo, não se pode comer nada muito quente, nem muito gelado - e pior: tem que ser algo que passe pela garganta.

O otorrino permaneceu com a receita da dentista, apenas mudando o antibiótico por um mais forte. Eram 5 remédios: antibiótico, um pra dor, nistatina (para melhorar a inflamação da gengiva e com gargarejo melhorar tb a garganta), um para o estomago (ngm merece tomar tudo isso de remédio) e um anti-inflamatório.

Lembrei da minha avó que tomava remédio o dia inteiro...
Depois de duas semanas na rotina frenética de remédios e etc. Retirei os dentes do ciso e imaginei que tudo tinha terminado.

Aproximadamente 2 meses dpois, começou a inflamar de novo minha gengiva. Fui a dentista e tinha mais um dente nascendo. Tirei, etc. Veio a notícia: a garganta começava com algum sinalzinho de infecção. Minha dentista me receitou um anti-inflamatório para ver se não desenvolvia em faringite de novo.

Alguns dias depois... e aquela dor traumatizante voltou. A inflamação na gengiva. Na garganta...
TUDO DE NOVO! (dá até vontade de morrer essas horas!)
E mais antibiótico.
Ainda bem que dessa vez foi mais fácil e menos traumatizante. Só uma semana de antibiótico.
Então ontem eu senti uma pontadinha de dor em minha garganda (AQUELA DOR!)
Olhei no espelho, só está um pouco vermelho, sem pus. Mas a dor eu já conheço!
Será que vai me dar de novo? Tem como evitar? o que eu faço?

Então aqui estou... rsrsrs

- É possível ter tanta faringite assim? Ela volta mesmo? O que posso fazer para evitar que fique de novo daquele jeito a ter que tomar antibióticos? Pastilhas de garganta ajudam? E a Nistatina, serve só para os sangramentos na gengiva ou posso fazer o bochecho e gargarejo para ver se melhora a faringite? -

Obrigada
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Veja se seu nariz não obstrui muito, pois se acontecer, respirar pela boca pode favorecer as faringites. Pastilhas, bochechos e gargarejos não adiantam nada, pois servem apenas para alivio passageiro. Nistatina serve apenas para fungos do tipo Cândida, conhecidos como sapinho.
Consulte um otorrino se a coisa persistir.  (+ info)

Prexige 400mg resolve faringite ?


faringite
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A faringite , normalmente pode ser de natureza alérgica, inflamatória ou infecciosa. A alérgica está principalmente relacionado à inalação de residuos encontrados no ar e que a pessoa seja sensivel a esta substância. A inflamatória manifesta-se principalmente com dor e rouquidão. Se for de natureza infecciosa, além da dor e rouquidão o paciente terá febre. A base do tratamento da faringite alérgica é o uso de anti-alérgico. Na infecciosa é necessário uso de antibiótico. Na faringite relacionada à inflamação o mais coerente é o uso de um antiinflamatório. O Prexige 400mg (lumiracoxibe ) é um antiinflamatório de última geração, portanto, um pouco mais caro que o habitual. Geralmente são prescritos para pacientes diferenciados ou exigentes. Finalizando, se a faringite for de natureza inflamatória você está bem medicado(a).  (+ info)

Faringite Estreptocócica?


Gostaria de informações gerais sobre "faringite estreptocócica", tipo, definição, tratamento, sintomas, etc.
Podem me ajudar?
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As infecções estafilocócicas são aquelas causadas pelos estafilococos, os quais são bactérias Gram-positivas comuns. Normalmente encontrados no nariz e na pele de 20 a 30% dos adultos sadios (e menos comumente na boca, nas glândulas mamárias e nos tratos genitourinário, intestinal e respiratório superior), os estafilococos na maioria das vezes não são nocivos. Contudo, uma solução de continuidade da pele ou uma outra lesão pode permitir que as bactérias atravessem as defesas do organismo e causem uma infecção. Os indivíduos propensos a infecções estafilocócicas incluem os recém-nascidos, as mulheres em período de lactação, os indivíduos com doenças crônicas (especialmente aqueles com doenças pulmonares, diabetes e câncer), aqueles com doenças dermatológicas e incisões cirúrgicas e aqueles com supressão do sistema imunológico causada pelo uso de corticosteróides, radioterapia, drogas imunossupressoras ou drogas antineoplásicas.

Sintomas

Os estafilococos podem infectar qualquer local do corpo e os sintomas dependem da localização da infecção. A infecção pode ser leve ou potencialmente letal. Comumente, as infecções estafilocócicas produzem bolsas cheias de pus, como abcessos e furúnculos. Os estafilococos podem circular através do sangue e provocar a formação de abcessos em órgãos internos (p.ex., pulmões), assim como infecções ósseas (osteomielite) e do revestimento interno do coração e de suas válvulas (endocardite).

Os estafilococos tendem a infectar a pele. Os abscessos estafilocócicos cutâneos aparecem como bolsas subcutâneas cheias de pus e quentes. Normalmente, essas bolsas rompem como uma grande pústula e permitem o extravasamento do pus sobre a pele, onde pode ocorrer uma nova infecção caso não seja realizada uma limpeza adequada da área. Os estafilococos também podem causar celulite, uma infecção que se dissemina sob a pele. Geralmente, os furúnculos também são causados por estafilococos.

Duas infecções estafilocócicas cutâneas particularmente graves são a necrólise epidérmica tóxica e a síndrome da pele escaldada, ambas acarretando uma descamação extensa da pele. Os recém-nascidos podem apresentar infecções cutâneas estafilocócicas, geralmente nas 6 semanas que sucedem o nascimento. O sintoma mais comum é a formação de grandes bolhas que contêm um líquido transparente ou pus localizadas nas axilas, na virilha ou nas pregas cutâneas do pescoço.

As infecções estafilocócicas mais graves podem causar a formação de muitos abcessos cutâneos, descolando grandes áreas de pele, infeccões do sangue e das membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal (meningite) e pneumonia. As mulheres em período de lactação podem apresentar infecções estafilocócicas das mamas (mastite) e abcessos 1 a 4 semanas após o parto. Essas infecções freqüentemente são contraídas pelo lactente no berçário do hospital e transmitidas à mama da mãe durante a amamentação.

A pneumonia estafilocócica é uma infecção grave. Os indivíduos com doenças pulmonares crônicas (p.ex., bronquite crônica e enfisema) e aqueles com gripe apresentam um maior risco. A pneumonia estafilocócica freqüentemente produz febre alta e sintomas pulmonares graves (p.ex., dificuldade respiratória, respiração rápida e tosse que causa expectoração que pode ser sanguinolenta). Nos recém-nascidos e, algumas vezes, nos adultos, a pneumonia estafilocócica pode produzir abcessos pulmonares e a infecção da pleura (membrana que reveste os pulmões).

A infecção, denominada empiema torácico, piora a dificuldade respiratória causada pela pneumonia. Embora uma infecção estafilocócica do sangue (bacteremia estafilocócica) freqüentemente seja decorrente de uma infecção estafilocócica localizada em outra parte do corpo, ela normalmente é devida a um dispositivo intravenoso infectado (p.ex., um cateter), que permite o acesso direto dos estafilococos à corrente sangüínea. A bacteremia estafilocócica é causa comum de morte de indivíduos com queimaduras graves. Normalmente, a bacteremia causa febre alta e persistente e, às vezes, choque.

A presença de estafilococos na corrente sangüínea podem acarretar uma infecção do revestimento interno do coração e de suas válvulas (endocardite), especialmente em usuários de drogas injetáveis. A infecção pode lesar rapidamente as válvulas, acarretando insuficiência cardíaca e morte. A osteomielite (infecção óssea) afeta sobretudo as crianças, apesar dela também poder afetar os indivíduos idosos, especialmente aqueles que apresentam úlceras cutâneas profundas (úlceras de decúbito).

A osteomielite causa calafrios, febre e dor óssea. Sobre o osso infectado, ocorre o surgimento de hiperemia (rubor) e edema e pode ocorrer acúmulo de líquido no interior das articulações próximas das áreas invadidas por bactérias. O local da infecção pode estar doloroso e, em geral, o indivíduo apresenta febre. Algumas vezes, radiografias simples e outros estudos radiológicos conseguem identificar uma área de infecção, mas, geralmente, eles não auxiliam o médico a estabelecer um diagnóstico precoce.

Uma infecção estafilocócica intestinal comumente produz febre, distensão e flatulência abdominal, uma interrupção temporária dos movimentos de contração normais do intestino (íleo paralítico) e diarréia. A infecção é mais comum em pacientes hospitalizados, particularmente naqueles submetidos a uma cirurgia abdominal ou que realizaram uma antibioticoterapia recente.

A cirurgia aumenta o risco de infecções estafilocócicas. A infecção pode produzir abcessos nos pontos cirúrgicos ou pode causar uma destruição extensa do local da incisão. Essas infecções normalmente manifestam-se de alguns dias a várias semanas após uma cirurgia. No entanto, elas podem evoluir mais lentamente quando o indivíduo recebe antibióticos no momento da cirurgia. Uma infecção estafilocócica pós-operatória pode piorar e evoluir para a síndrome do choque tóxico.

Tratamento

Para a maioria das infecções cutâneas, os antibióticos orais (p.ex., cloxacilina, dicloxacilina e eritromicina) são adequados. Para as infecções mais graves, especialmente as do sangue, é necessária a antibioticoterapia intravenosa, freqüentemente por até 6 semanas. A escolha de um antibiótico depende da localização da infecção, da gravidade da doença e de quais são os antibióticos que destroem mais eficazmente a bactéria específica. O Staphylococcus aureus resistente à meticilina é resistente à maioria dos antibióticos comumente utilizados e é objeto de uma grande preocupação porque ele está se tornando cada vez mais comum em hospitais de grandes cidades e hospitais universitários.

Entre os poucos antibióticos que são normalmente eficazes contra o Staphylococcus aureus resistente à meticilina podem ser citados a vancomicina e o sulfametoxazoltrimetoprim. A vancomicina mata as bactérias, enquanto o sulfametoxazol-trimetoprim atua inibindo a sua capacidade de multiplicação. Os abcessos devem ser drenados. A drenagem de um abcesso cutâneo é relativamente simples. O médico realiza uma pequena incisão na área e aplica pressão para eliminar o material infectado. Os abcessos localizados mais profundamente no corpo podem exigir cirurgia.  (+ info)

Faringite recorrente?


Pessoal, há 2 meses aproximadamente eu estou tendo faringite quase direto, quando ela passa, volta depois de alguns dias. O que pode estar causando isso? E gostaria d dicas para prevenir a faringite também. Bjos a todos.
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A faringite é uma inflamação da faringe, que pode ser causada tanto por vírus como por bactérias.
A recorrência das faringites, no seu caso, pode estar relacionada com algum comprometimento da sua imunidade.
Meu conselho é que você procure um bom otorrinolaringologista, para ele te examinar e descobrir a provável causa dessas suas faringites de repetição, fazer um diagnóstico adequado e tratá-la da maneira mais correta.  (+ info)

Doença psicossomatica - Faringite?


Olá a todos, tenho uma faringite cronica que foi diagnosticada como doença psicossomatica pois fiz todos os exames para o diagnostico da faringite e não houve problemas que pudessem estar causando a faringite.
Gostaria de saber se alguem sabe sobre esse problema e se tem algo que eu possa fazer para acelerar minha cura.

estou tomando PONDERA e LEXOTAN
e estou fazendo terapia com psicologo
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Existem outras doenças que podem causar faringite; como sinusite, rinite, refluxo e é claro as infecções, se voce fez todos os exames necessarios para excluir causas alergicas e inflamatorias por infecções e se voce esta passando por alguma dificuldade emocional essa faringite insistente pode ser psicossomatica sim.

PONDERA e LEXOTAN são medicamentos para combater a depressao e a ansiedade.

antidepressivo demora um pouco para fazer efeito uns 15 dias, continue o tratamento que voce esta no caminho certo, em breve voce se sentira melhor.  (+ info)

alguem conseguiu por acaso curar-se duma faringite cronica?como?


quem souber de alguma dica ou coisa parecida por favor, informe. Obrigado
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As sugestões são as seguintes:

Não compartilhe talheres ou copos com outros.
Não deixe que seu nariz ou boca toquem telefones ou bebebouros públicos.
Evite contato próximo de pessoas que estejam com dor de garganta.
Fique em ambientes fechados em dias de muita poluição.
Não beba álcool em demasia.
Não fique em locais onde haja muita fumaça de cigarro.
Se o ar estiver muito seco, umidifique o ar  (+ info)

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