FAQ - histoplasmose
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qual o agente etiológico da histoplasmose, e qual sua origem?


tenho que apresentar um seminário na faculdade sobre esse assunto e gostaria de ajuda.
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O agente etiológico é o Histoplasma capsulatum, trata-se de um fungo que afeta os órgãos internos. A transmissão se dá por inalação, e sua origem geralmente é de rios, pombos, morcegos, etc...
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Histoplasmose pulmonar crônica, o que quer dizer?


Infecção respiratória crônica causada pela inalação de esporos do fungo Histoplasma capsulatum, encontrado nos excrementos de pássaros e morcegos encontrados comumente nos vales cortados por rios.

Causas, incidência e fatores de risco:
A histoplasmose é causada por um fungo encontrado nas regiões central e leste dos Estados Unidos, leste do Canadá, sudeste da Ásia, México, América Central, América do Sul e África. A maioria dos casos é benigna ou assintomática. A histoplasmose aguda ocorre em epidemias. A doença pode durar de um a seis meses, mas raramente é fatal.

Pode ocorrer também a doença crônica e progressiva. Na forma crônica, a doença ocorre anos após a exposição ao fungo e normalmente fica limitada aos pulmões. Ocorrem alterações semelhantes a cicatrizes (fibróticas) dentro do tecido pulmomar.

Os fatores de risco incluem viajar para a região central ou leste dos Estados Unidos (ou aí residir), exposição ambiental ou ocupacional aos excrementos de galinhas, morcegos e melros, pré-existência de (DPOC) doença pulmonar obstrutiva crônica e pessoas cujo sistema imune tenha sido reprimido por doença ou medicamentos. A incidência é de 5 em cada 1 milhão de pessoas.

Sintomas:

febre
calafrios
rigidez e dores musculares
tosse
pode haver exantemas
dor articular e rigidez articular

Sinais e exames:

raio X do tórax
cultura de escarro (nem sempre positiva)
hemograma completo
Tratamento:
Normalmente não há necessidade de tratamento para a histoplasmose pulmonar aguda. Nos casos graves, pode ser administrada a anfotericina B, um medicamento antifúngico. O tratamento com anfotericina B é feito por duas semanas em crianças com menos de dois anos, pois estas correm o risco de desenvolver histoplasmose disseminada.

Expectativas (prognóstico):
A histoplasmose grave e progressiva pode durar de um a seis meses, mas raramente é fatal.

Complicações:
A histoplasmose pode se espalhar para outros órgãos através da corrente sangüínea (disseminação). Isso geralmente acontece em bebês, crianças pequenas e pacientes imunodeprimidos.

A histoplasmose aguda pode piorar progressivamente ou se tornar histoplasmose crônica.

ok  (+ info)

Pergunta feita em concurso de citologia:?


O achado de bactérias arredondadas, aos pares, dentro do citoplasma de neutrófilos, geralmente correspondem a:
a) Gonorréia

b) Donovanose

c) Sífilis

d) Tuberculose

e) Histoplasmose
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b) Donovanose
É uma infecção causada por uma bactéria klebsiella granulomatis que afeta a pele e mucosas das regiões da genitália, da virilha e do ânus. Ela causa úlceras e destruição da pele.  (+ info)

qual a profilaxia para histoplamose?


a histoplasmose é provocada por fungos
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Regimes terapêuticos de manutenção, ou profilaxia secundária, são instituídos com o objetivo de evitar-se recorrências de infecções que o paciente já apresentou. A consideração primária para instituição de profilaxia secundária é a eficácia, já que a droga é empregada por período prolongado de tempo. Neste sentido também deve-se considerar tolerância, segurança, facilidade e freqüência na administração. Agentes orais são preferíveis e regimes complexos devem ser evitados por diminuir a aderência para tal terapia.

Nas seguintes situações recomenda-se profilaxia secundária, ou tratamento de manutenção:

A. Pneumonia por Pneumocystis carinii, preferencialmente com sulfametoxazol-trimetoprim, 800/160 a 1.600/320mg, diariamente ou três vezes por sernana. Os agentes alternativos são pentamidina, dapsona, dapsona-pirimetamina, atovaquone e novos rnacrolídeos (claritromicina, azitromicina).

B. NeurotoxoPlasmose, com sulfadiazina 50mg/kg/dia associada a pirimetarnina 25mg diariamente ou cinco vezes por semana. Alternativamente pode-se usar o cotrimoxazol e novos macrolídeos.

C. Neurocriptococose. Terapia supressiva de longa duração é requerida para todos os pacientes com meningite criptocócica devendo ser realizada com anfotericlna B ou fiuconazol.

D. Infecçõesfúngicas: As infecções por histoplasmose requerem profilaxia secundária por tempo indeterminado assim como as infecções por Candida sp em rnucosa podem se beneficiar de terapia supressora de longa duração.

E. Herpes simples recorrente: O aciclovir é usado como profilaxia secundária efetiva no decréscimo das recorrências de infecções por her-pesvírus simples.

F. Infecções por citomegalovírus: deve ser mantido o ganciclovir ern doses menores (4mg/kg/dia) de três a sete dias por semana por via intravenosa. Essa droga é disponível atualmente em apresentação oral, podendo ser uma boa alternativa para os esquemas de manutenção.

Os esquemas de profilaxia secundária devem ser mantidos por tempo indeterminado, já que todas essas infecções são freqüentemente recorrentes. Se houver recuperação da capacidade imunológica com os tratamentos anti-retrovirais as drogas usadas profilaticarnente podem ser suspensas.


ok  (+ info)


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