FAQ - paralisia facial
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Você conhece alguém que tratou uma paralisia facial periférica com acupuntura? Me ajudem....?


A cerca de 10 dias, fui acometida deste problema. Me indicaram o tratamento com acupuntura em conjunto com a fisioterapia, com a promessa de que isto aceleraria o tratamento, e estou fazendo desde então. Meu médico, porém está relutante com a real eficácia deste tratamento (talvez porque ele seja mais antigo...). O fato é que muita gente que conheço que já teve este mesmo problema não tratou assim. Sei que a cura é demorada, mas ainda não estou vendo muitas mudanças com este tratamento que promete acelerar os resultados. Preciso saber se alguém já teve experiência com este tratamento? A recuperação foi mais rápida? Quanto tempo levou? O resultado foi satisfatório?

Muito obrigada a todos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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O resultado com a acupuntura para paralisia facial é muito bom se feito da forma correta, e quanto anes melhor.
Por exemplo, se você tivesse procurado pela acupuntura um dia depois de ter a paralisia facial, a chance de regredir totalmente seria de 100%. Como você esperou 10 dias, pode ser que seu rosto não volte a ficar como era 100%, mas ajuda bastante.
A acupuntura correta para paralisia facial deve ser realizada com acupuntura sistêmica, com agulhas nas regiões afetadas do rosto. As agulhas devem ser ligadas a um eletroestimulador que vai dar uns choquinhos nos músculos faciais para estimulá-los.
O tratamento correto de acupuntura nesse caso seria fazer todos os dias durante 10 dias.
Se alguma coisa foi feita diferente em você, pode ser que seja isso que não esteja surtindo o efeito desejado no seu caso. Se for esse o caso, procure por um acupunturista melhor. Pois a acupuntura é a melhor forma de se tratar paralisia facial. Todos os casos que conheço tiveram excelentes resultados.
Eu sou acupunturista.  (+ info)

Paralisia Facial - Anestesia dentária?


Bom Dia! Gostaria de uma opinião se possível de algum dentista, por favor!
Ontem fui tratar do meu siso do lado direito.
Era algo pequeno e pedi para a dentista aplicar anestesico, ela relutou, mas aplicou. Tratamento 15 minutos. Apos sair do consultorio, meu olhei no espelho, pois percebi dificuldade em piscar no olho esquerdo e me deparei com um monstro. Me desesperei pois meu olho direito estava estatalado e minha boca completamente torta, alem do normal. Fui direto ao PS, e fiquei a tarde toda em observação. Fique +- de 1 h a 1e meia com a paralisia facial, depois conforme a anestesia foi passando já conseguia pelo menos fechar o meu olho direito.
A minha sorte foi que ela apenas encostou no nervo, senao teria sido mais serio. Bom o neuro me receitou Benerva para eu tomar e alguns cuidados.
Será que foi erro da dentista ao aplicar a anestesia? Esta deveria ter tirado um rx para verificar onde estava localizado o nervo facial antes de aplicar?
Agradeço a atenção.
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Bem, a anatomia não é igual em todo ser humano. Quando aplicamos anestésicos "fugimos " ao máximo de qualquer estrutura anatômica que por ventura deveria estar ALI. Porém, como disse anteriormente, nem tudo é iqual...Não foi "erro" do dentista , nem imperícia, apenas falta de sorte!
Ah..e não existe nada, nada mesmo, nesta situação que o profissional poderia ter evitado.  (+ info)

Paralisia Facial - Anestesia Dentária?


Bom Dia! Gostaria de uma opinião se possível de algum dentista, por favor!
Ontem fui tratar do meu siso do lado direito.
Era algo pequeno e pedi para a dentista aplicar anestesico, ela relutou, mas aplicou. Tratamento 15 minutos. Apos sair do consultorio, meu olhei no espelho, pois percebi dificuldade em piscar no olho esquerdo e me deparei com um monstro. Me desesperei pois meu olho direito estava estatalado e minha boca completamente torta, alem do normal. Fui direto ao PS, e fiquei a tarde toda em observação. Fique +- de 1 h a 1e meia com a paralisia facial, depois conforme a anestesia foi passando já conseguia pelo menos fechar o meu olho direito.
A minha sorte foi que ela apenas encostou no nervo, senao teria sido mais serio. Bom o neuro me receitou Benerva para eu tomar e alguns cuidados.
Será que foi erro da dentista ao aplicar a anestesia? Esta deveria ter tirado um rx para verificar onde estava localizado o nervo facial antes de aplicar?
Agradeço a atenção.
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Olha vou te falar a realidade.

A verdade é que nenhum dentista do mundo enxerga a posição do cordão nervoso mandibular, bucal ou pterigóideo. É impossível saber com precisão onde eles estão.

O que nós fazemos é aplicar de acordo com as estatísticas do local onde ele está na grande maioria das vezes. Sempre buscando depositar o anestésico próximo a ele, nunca diretamente nele.
Às vezes, ele está deslocado e acabamos picando em cima do nervo.

Motivo: não dá para ver. Muito menos com radiografia, que não mostra os nervos. Apenas visualizaos os ossos e canal mandibular.

Tratamento: é esse mesmo, complexo B e eventualmente, um corticóide.

Todos os dentistas do mundo cometem esses acidentes. Não foi intencional de sua dentista.

Certo?  (+ info)

paralisia facial o que faço?


neste exato momento ,estou sentindo e vendo um lado do meu rosto tremer.alguém pode me dizer o que é isso?
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Quando o corticóide (ou corticosteróide, termos técnicos para a “cortisona”) foi descoberto, na década de 30, como droga possível de ser utilizada em pacientes com artrite reumatóide (o “reumatismo” que leva à deformação das “juntas” – ou articulações), acreditou-se que a medicina tinha chegado ao ápice, com o poder de proporcionar a cura a aflições muito intensas e prolongadas. Então, doses e mais doses, cada vez mais altas, eram utilizadas. Ao longo do tempo, os efeitos colaterais começaram a aparecer: catarata, osteoporose, hipertensão arterial, diabetes e ganho de peso, entre outros. Paralelamente, outras doenças também mostravam melhora e o uso da cortisona se espalhou pelas diversas especialidades. Junto com as alegrias – às vezes apenas temporárias – apareciam também as frustrações.

Para entender esse processo complicado, precisamos lembrar que nós produzimos nossa própria cortisona diariamente, em doses que variam conforme o horário do dia. Pela manhã, doses maiores são lançadas no sangue e nos mobilizam para o dia que começa. Tecidos e órgãos de várias partes do corpo ficam então “sabendo” que o ritmo é de atividade, ação. Nas situações de stress, quando precisamos de muita energia para resolver problemas, física ou mentalmente, nossa cortisona estará lá, em doses maiores. Tanto que na doença do stress, em que estes períodos são excessivamente prolongados, podemos ter até dificuldade de perder peso.

À noite, quando a cortisona cai e nos preparamos para dormir, muitos dos sintomas aparecem, ou são mais intensos (tosse, febre, alergias), pois a cortisona também faz um papel, na balança imunológica, de colocar “panos quentes” em processos de inflamação e a inflamação é uma reação normal a invasões, lesões ou auto-agressões.

Como a alergia não deixa de ser uma auto-agressão, o médico poderá lançar mão do corticóide na forma de comprimidos, xarope, injeção, pomada, ou spray (aerossol), para domar uma doença que diminui a qualidade de vida do paciente. Mas não podemos colocar todas estas formas de cortisona na mesma prateleira.

Quando a cortisona é injetável, por exemplo, significa que estamos falando de doses altas. Mesmo assim, podem ser de tempo curto de ação (quando é injetada na veia) ou, como em algumas versões, de tempo prolongado. Neste caso, uma única aplicação no músculo resulta em doses elevadas por 20 a 30 dias. São as famosas injeções que melhoram os sintomas por 1 mês e depois deixam o paciente com a vontade de repetí-las. Situações em que apenas uma dose do remédio já é suficiente para produzir efeitos colaterais em algumas pessoas.

A cortisona local, no entanto, quando é aplicada no nariz e no pulmão, apresenta doses tão ínfimas que, em relação aos problemas de longo prazo, alguns estudos não têm visto efeitos colaterais mesmo após vários anos de uso. Em algumas crianças, levantou-se a dúvida sobre uma possível alteração final no crescimento; mas até isto foi descartado.

Portanto, torna-se evidente que há muito exagero e mal-entendido na preocupação em relação aos corticosteróides, principalmente se levando em conta o surgimento recente de versões ainda mais modernas e sofisticadas. Em relação ao spray para pulmões, por exemplo, já temos até uma versão de cortisona que só tem efeito quando chega à parede brônquica.

O surgimento dos corticosteróides locais (sprays) representou a grande virada no tratamento da rinite e da asma (ou “bronquite”) no século XX, assim como a percepção da doença como resultado de um processo inflamatório de auto-agressão que, com altos e baixos, se arrasta às vezes por uma vida inteira, apesar de uma parcela razoável dos pacientes com asma deixar de apresentar sintomas (ou apresentá-los raramente) na vida adulta. No final da década de 80 e início dos anos 90, quando orientávamos os residentes e estagiários no Ambulatório de Alergia da UNIFESP a prescreverem o único corticóide que tínhamos à disposição, havia a incômoda sensação de estarmos lidando com uma droga ainda não muito estudada. Afinal de contas, era uma “cortisona”. Anos (e muitas discussões) após, ficamos mais tranqüilos ao observar a boa e segura evolução, em pacientes de variadas idades, com o uso dos corticosteróides de geração posterior. A observação na prática clínica apenas reforça o conceito de que o corticosteróide local ainda representa um dos tratamentos prolongados mais eficazes para a rinite e para a asma.

De qualquer forma, a cortisona não é a solução para tudo e seu uso deve estar restrito às prescrições médicas.  (+ info)

Paralisia facil entorta menos o rosto qto mais rápido a pessoa tomar o remédio?


Queria saber dos profissionais da saude...
Minha avó teve paralisia facial, ela tem 75 anos... Se ela tivesse sido medicada mais rapidamente entortaria menos o rosto ou o rosto vai entortar até determinado limite independente de quando a pessoa começar a tomar o remédio?
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Bem, a paralisia facial não é gradativa, acontece e pronto! d qq forma, a recuperação sempre é mais fácil qdo o tratamento é iniciado precocemente. É muito importante ela fazer Fisioterapia tb além dos medicamentos.  (+ info)

como entrar com auxilio doença, pois estou tendo uma paralisia facial.?


Trabalho com o publico, e devido a esta doença, minha face ficou deformada. Vou precisar de um tempo +/- 4 meses para fisioterapia. Preciso manter o emprego para custear o tratamento e remedios, vou fazer 5 meses de carteira assinada, posso solicitar esta licença e como devo fazê-lo.
Eu contribuo com o INSS há mais de 25 anos de trabalhos (interrompidos)
Por favor me orientem.
Acrescentando mais detalhes sobre meu problema, a deformação no rosto baseia-se na fala (confusa), boca com um descaimento acentuado para o lado direito e olho esquerdo aberto constantemente, sem piscar, o que causa uma irritação muito grande, impossibilitando assim uma visão correta pois lacrimeja muito, como trabalho atendendo clientes, não me sinto a vontade para executar meus compromissos profissionais e os clientes tambem não se sentirão a vontade comigo (principalmente os que estão acostumados com meu rosto perfeito).
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sim, voce pode solicitar auxílio doença por já possuir mais de 180 contribuições. mas o inss só lhe concederá o benefício se sua doença for incapacitante, primeiro, vá a um médico, pergunte o que ele acha a respeito. se concordar, deve apresentar atestado médico de mais de 15 dias e relatório médico. no 16ª dia sua empresa, ou vc mesmo, dá entrada no benefício pelo 135 ou site do inss. os primeiros quinze dias é custo da empresa. é mais interessante que a empresa solicite o benefício. o inss tem negado quando a própria pessoa solicita. boa sorte.  (+ info)

Tem alguém q tem paralisia facial de bell?


Meu filho tem essa paralisia facial há 4anos, gostaria de saber se alguém esta passando por isso ou já passou, pois preciso muito de ajuda.
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O nervo facial é formado por duas raízes que seguem juntas por longo trajeto dentro do cânio: a) o nervo facial propriamente dito, que corresponde à raiz motora responsável pela inervação dos músculos da mímica facial e do músculo estapédio (relacionado com a audição); e b) o nervo intermediário de Wrisberg, que é composto por fibras sensitivas somáticas (controlam a sensibilidade de parte do pavilhão auricular), fibras sensitivas especiais (controlam a gustação dos dois terços anteriores da língua) e fibras do sistema nervoso autônomo (controlam as glândulas lacrimais e salivares).

Uma lesão do nervo facial manifesta-se por paralisia dos músculos da mímica facial em uma hemiface com incapacidade para enrugar a fronte, fechar completamente o olho, sorrir, bochechar, assoviar. Observa-se, ainda, desvio da comissura labial para o lado contrário à lesão, apagamento dos sulcos da hemiface comprometida e lacrimejamento contínuo. Na dependência do local da lesão do nervo facial, alterações da gustação, audição (os sons parecem mais altos no lado comprometido), e salivação podem ser encontradas.

As lesões do nervo facial podem ser congênitas ou adquiridas. A Tabela 1 demonstra exemplos de causas de paralisia facial periférica. A paralisia de Bell, ou paralisia facial idiopática (cuja causa é desconhecida), é a mais freqüente.

Tabela 1. Causas de Paralisia Facial Periférica
Congênita
Anomalia congênita
Traumatismo neonatal
Infecciosa
Otite média aguda
Otite média crônica - mastoidite
Síndrome de Ramsay-Hunt
Parotidite
Mononucleose infecciosa
Tumoral
Neuroma do nervo facial
Neuroma acústico
Tumor de parótida
Traumática
Fratura da base do crânio
Laceração facial
Fratura de mandíbula
Idiopática
Paralisia de Bell
Síndrome de Melkerson-Rosenthal



Paralisia de BELL

Incidência

Estimada em 15-40 casos novos/100 000 habitantes/ano. O número de casos aumenta com a idade. Quanto ao sexo, entre 10 e 20 anos é mais comum no sexo feminino e, após os 40 anos, mais comum no sexo masculino.

Causa

Não se conhece bem a causa, mas acredita-se que possa estar relacionada com uma infecção viral do nervo facial.

Fatores de Risco

Gestantes e diabéticos apresentam risco aumentado para paralisia de Bell. Cerca de 10% dos pacientes têm história familiar positiva.

Evolução

O início é súbito e a doença progride durante os primeiros 14 dias, sendo que o déficit máximo é atingido nos quatro primeiros dias. Referência de dor atrás da orelha ou na frente da orelha no início do quadro é freqüente. Algumas pessoas referem sensação de dormência na hemiface comprometida. A paralisia facial é unilateral na maioria das vezes, mas, em 10 por cento dos casos, é bilateral. Em 60 por cento a 80 por cento, a recuperação é completa e, em sete por cento dos casos, a paralisia facial é recorrente.

Prognóstico

Menor idade, fraqueza incompleta dos músculos acometidos, início da recuperação entre 10 e 21 dias e ausência de doenças sistêmicas (como diabetes) são fatores que favorecem um bom prognóstico (recuperação completa).

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado em critérios clínicos. Deve-se pesquisar história de trauma, infecções do ouvido, cirurgia otológica ou na glândula parótida. A presença de sinais de envolvimento de vias centrais como hemiparesia (dificuldade de movimento em um lado do corpo), ataxia (déficit de equilíbrio e incoordenação), comprometimento de outros nervos cranianos ou o achado de vesículas no pavilhão auricular ou cavidade oral remete a outros diagnósticos.

Exames Complementares

Os pacientes que apresentam perda auditiva neurossensorial nas fases iniciais ou aqueles que não mostram sinais de recuperação em três meses devem ser submetidos a estudo por ressonância magnética ou tomografia computadorizada de crânio.

Tratamento

O tratamento da paralisia de Bell não está estabelecido, mas estudos sugerem que, em pacientes adultos, o uso de corticosteróides associado a aciclovir está relacionado com melhor recuperação funcional. Este tratamento deve ser instituído nos primeiros sete dias do quadro, sendo os melhores resultados observados quando iniciado até o 4° dia.

Medidas preventivas para lesão de córnea, como uso de colírios (lágrima artificial) para evitar ressecamento do olho e aplicações de pomadas oftálmicas apropriadas à noite com oclusão do olho acometido são fundamentais. Em caso de dor ocular ou sinais de irritação está indicada uma avaliação oftalmológica de urgência para afastar úlcera de córnea.

O real valor da fisioterapia pode não ter sido demonstrado em vários estudos, mas parece ter efeito benéfico no sentido de evitar deformidades e manter a flexibilidade e a elasticidade muscular durante o período de paralisia. Exercícios específicos podem ser indicados quando se observa esboço de movimento da musculatura envolvida. Eles não interferem na velocidade de recuperação, mas podem melhorar a função. A Figura 1 demonstra exemplos de exercícios faciais que podem ser feitos enquanto durar a paralisia. O uso de órtese (buco-auricular) pode, também, ser medida auxiliar na prevenção de contraturas da musculatura. Quanto à eletroestimulação, não existe comprovação científica de sua eficácia como método de tratamento.

Figura 1:


1 - Levantar as sobrancelhas
2 - Franzir as sobrancelhas

3 - Expressão de mau cheiro, franzir o nariz
4 - Fechar os olhos com força

5 - Aproximar e comprimir os lábios
6 - Sorrir mostrando os dentes


7 - Sorrir com os lábios juntos
8 - Soprando (enchendo a bochecha de ar)

9 - Protrusão do lábio inferior

Seqüelas

Em casos com recuperação incompleta, podemos encontrar os seguintes sinais residuais: fraqueza da musculatura da mímica facial (30%), contraturas com acentuação de sulcos (20%), sincinesias (movimentos involuntários que ocorrem num grupo de músculos quando outro se contrai voluntariamente) e lágrimas de crocodilo decorrentes de reinervação anômala (50% e 6% respectivamente).



Síndrome de Ramsay-Hunt

Paralisia facial periférica acompanhada pela presença de vesículas avermelhadas no pavilhão auricular (zoster ótico) ou na cavidade oral (território de inervação sensitiva do nervo facial), decorrente de reativação de infecção pelo vírus varicela-zoster.

Características Clínicas

A paralisia facial da síndrome de Ramsay-Hunt é mais grave e de pior prognóstico do que a paralisia facial de Bell. O acometimento de outros nervos cranianos pode ser encontrado e as principais manifestações clínicas associadas são vertigem, diminuição da audição, zumbidos, náuseas, vômitos e nistagmo (movimentos involuntários do globo ocular).

Em 14 por cento dos casos, as vesículas surgem após instalada a paralisia facial periférica, dificultando o diagnóstico. Existem casos de paralisia facial associada a varicela-zoster, nos quais as vesículas características não estão presentes – ‘zoster-herpete’.

Diagnóstico Laboratorial

O diagnóstico dos casos sem vesículas pode ser estabelecido pela presença do DNA do vírus varicela-zoster (VVZ), identificado pelo método PCR (reação de cadeia de polimerase), em amostras de saliva ou da pele da orelha, pela presença de anticorpos IgM anti-VVZ ou, ainda, elevação dos títulos de anticorpos IgG.

Tratamento

O tratamento com prednisona e aciclovir está associado com melhor recuperação funcional, principalmente se iniciado nos primeiros três dias.

ok.  (+ info)

Qual é o prognóstico de uma paralisia facial central?


Em geral, quanto tempo leva para a recuperação de uma paralisia facial central com o tratamento adequado? Qual seria este tratamento?
OBS: a causa da paralisia foi uma lesão por TCE( acidente de moto), sendo que esta foi a única sequela neurológica
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Bem amiga, o tratamento é fisioterápico e o tempo de recuperação depende do tamanho e localização da lesão. Espero ter ajudado.  (+ info)

gostaria de saber um protocolo para tratamento fisioterápico na paralisia facial?


fisioterapia na paralisia facial
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desculpe..naum poderei ajudar..boa sorte!bjos  (+ info)

quais são as posiçoes em que são dispostos os eletrodos na face no tratamento da Paralisia Facial Periferica?


tratamento dado por fisioterapeutas, em reabilitação de de pacientes com paralisia facial periferica
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Pela estimulação do 1 ° ramo do nervo trigêmeo, na glabela, registra-se a resposta reflexa do músculo orbiculares oculi. Os eletrodos são todos de superfície. O registro é feito por dois eletrodos de prata em forma de disco, com o, 4cm de diâmetro colocados entre o músculo orbicularis oculi, na região infra-palpebral. O terra, uma placa de prata de 2cm X 0,4cm X 0,1cm, é colocado sobre o nariz. O eletrodo estimulador, duas placas de prata de 0,4cm de diâmetro, montada sobre o material condutor, em um suporte de acrílico.  (+ info)

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